Donald Trump posta foto com Flávio Bolsonaro: 'jovem inteligente que ama muito o seu país'
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou nesta terça-feira (2) uma foto ao lado do senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL). A postagem foi feita uma semana após o encontro entre os dois no Salão Oval da Casa Branca, em Washington. Na segunda imagem, também aparece o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro. Na publicanção, Trump escreveu: “Foi muito bom ter Flávio Bolsonaro no Salão Oval da Casa Branca — um jovem inteligente que ama muito o seu país, o Brasil! Presidente DONALD J. TRUMP” Donald Trump posta foto com Flávio Bolsonaro Reprodução/Redes sociais A reunião ocorreu na última terça-feira (26) e não constava na agenda oficial divulgada pela Casa Branca. Mesmo assim, interlocutores de Flávio Bolsonaro já afirmavam que a possibilidade de um encontro reservado com o presidente americano não estava descartada. O senador viajou aos Estados Unidos em meio a um período de desgaste político provocado pelo caso "Dark Horse", que envolve o banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. Aliados avaliavam que a agenda internacional poderia ampliar a visibilidade do parlamentar e reforçar sua projeção nacional. Medidas após encontro Desde a reunião entre Trump e Flávio Bolsonaro, dois movimentos do governo americano envolvendo o Brasil ganharam destaque. O primeiro foi a conclusão da investigação comercial aberta pelos Estados Unidos contra o Brasil com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974. O relatório preliminar divulgado por Washington propõe a aplicação de uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros e aponta supostas práticas comerciais consideradas "irrazoáveis" pelo governo americano. O documento cita temas como comércio digital, propriedade intelectual, combate ao desmatamento ilegal e o funcionamento do Pix. O governo brasileiro reagiu com indignação à proposta e classificou a medida como política, não técnica. Outro episódio foi a decisão do governo Trump de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como "Terroristas Globais Especialmente Designados". O anúncio foi feito pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos na semana passada. Após o encontro com Trump, Flávio Bolsonaro afirmou que a classificação das facções foi um dos temas tratados na conversa. Segundo o senador, o objetivo era discutir formas de cooperação internacional no combate ao crime organizado. A medida amplia o alcance de instrumentos jurídicos e financeiros que podem ser utilizados pelas autoridades americanas contra integrantes e redes ligadas às organizações criminosas.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou nesta terça-feira (2) uma foto ao lado do senador e pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL). A postagem foi feita uma semana após o encontro entre os dois no Salão Oval da Casa Branca, em Washington. Na segunda imagem, também aparece o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro. Na publicanção, Trump escreveu: “Foi muito bom ter Flávio Bolsonaro no Salão Oval da Casa Branca — um jovem inteligente que ama muito o seu país, o Brasil! Presidente DONALD J. TRUMP” Donald Trump posta foto com Flávio Bolsonaro Reprodução/Redes sociais A reunião ocorreu na última terça-feira (26) e não constava na agenda oficial divulgada pela Casa Branca. Mesmo assim, interlocutores de Flávio Bolsonaro já afirmavam que a possibilidade de um encontro reservado com o presidente americano não estava descartada. O senador viajou aos Estados Unidos em meio a um período de desgaste político provocado pelo caso "Dark Horse", que envolve o banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. Aliados avaliavam que a agenda internacional poderia ampliar a visibilidade do parlamentar e reforçar sua projeção nacional. Medidas após encontro Desde a reunião entre Trump e Flávio Bolsonaro, dois movimentos do governo americano envolvendo o Brasil ganharam destaque. O primeiro foi a conclusão da investigação comercial aberta pelos Estados Unidos contra o Brasil com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974. O relatório preliminar divulgado por Washington propõe a aplicação de uma tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros e aponta supostas práticas comerciais consideradas "irrazoáveis" pelo governo americano. O documento cita temas como comércio digital, propriedade intelectual, combate ao desmatamento ilegal e o funcionamento do Pix. O governo brasileiro reagiu com indignação à proposta e classificou a medida como política, não técnica. Outro episódio foi a decisão do governo Trump de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como "Terroristas Globais Especialmente Designados". O anúncio foi feito pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos na semana passada. Após o encontro com Trump, Flávio Bolsonaro afirmou que a classificação das facções foi um dos temas tratados na conversa. Segundo o senador, o objetivo era discutir formas de cooperação internacional no combate ao crime organizado. A medida amplia o alcance de instrumentos jurídicos e financeiros que podem ser utilizados pelas autoridades americanas contra integrantes e redes ligadas às organizações criminosas.

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