Morte após procedimento estético em SP pode ter sido causada por embolia, diz polícia

A Polícia Civil suspeita que a causa da morte da mulher de 48 anos após a realização de procedimentos estéticos nos glúteos e coxas em São Paulo é de embolia pulmonar ou embolia gordurosa. Roseli Fernandes Vieira morreu nesta terça-feira (27), após uma parada cardiorrespiratória. Os procedimentos foram realizados com a médica Tábita Nunes, de 36 anos, na última segunda-feira (25). Entre segunda e terça, Roseli sentiu fortes dores e mal-estar e tomou medicamentos prescritos pela profissional. A médica então recomendou que Roseli voltasse à clínica na manhã de terça, mas Roseli passou mal a caminho do local, e morreu nas instalações da clínica. Os preenchimentos foram feitos com uso da substância PMMA, que é liberado pela Anvisa para fins estéticos em pequenas doses. Na região dos glúteos, que é o caso de Roseli, a dose permitida é de 60 ml por nádegas. Segundo os investigadores, no entanto, a dose aplicada em Roseli pela médica foi de 120 ml por nádega, ou seja, o dobro do permitido. A médica Tábita já prestou depoimento à polícia e disse que já fez outros procedimentos da mesma magnitude, sem efeitos adversos nos pacientes. De acordo com os investigadores, Tábita é sim médica, mas ainda não comprovou à Polícia ter especialização na área de dermatologia, que é como ela se apresenta nas redes sociais, onde acumula mais de 100 mil seguidores. O corpo de Roseli está nesta quarta-feira (27) no IML da capital, onde devem ser realizadas perícias para a comprovação da causa da morte. A expectativa, no entanto, segundo a polícia, é que os resultados demorem a sair.

Morte após procedimento estético em SP pode ter sido causada por embolia, diz polícia

A Polícia Civil suspeita que a causa da morte da mulher de 48 anos após a realização de procedimentos estéticos nos glúteos e coxas em São Paulo é de embolia pulmonar ou embolia gordurosa. Roseli Fernandes Vieira morreu nesta terça-feira (27), após uma parada cardiorrespiratória. Os procedimentos foram realizados com a médica Tábita Nunes, de 36 anos, na última segunda-feira (25). Entre segunda e terça, Roseli sentiu fortes dores e mal-estar e tomou medicamentos prescritos pela profissional. A médica então recomendou que Roseli voltasse à clínica na manhã de terça, mas Roseli passou mal a caminho do local, e morreu nas instalações da clínica. Os preenchimentos foram feitos com uso da substância PMMA, que é liberado pela Anvisa para fins estéticos em pequenas doses. Na região dos glúteos, que é o caso de Roseli, a dose permitida é de 60 ml por nádegas. Segundo os investigadores, no entanto, a dose aplicada em Roseli pela médica foi de 120 ml por nádega, ou seja, o dobro do permitido. A médica Tábita já prestou depoimento à polícia e disse que já fez outros procedimentos da mesma magnitude, sem efeitos adversos nos pacientes. De acordo com os investigadores, Tábita é sim médica, mas ainda não comprovou à Polícia ter especialização na área de dermatologia, que é como ela se apresenta nas redes sociais, onde acumula mais de 100 mil seguidores. O corpo de Roseli está nesta quarta-feira (27) no IML da capital, onde devem ser realizadas perícias para a comprovação da causa da morte. A expectativa, no entanto, segundo a polícia, é que os resultados demorem a sair.