Lula afirma que irá vetar trecho de PL que abre margem para disparo em massa de mensagens nas eleições
O presidente Lula afirmou que vai vetar o trecho do projeto de lei aprovado pela Câmara dos Deputados que abre brecha para o disparo em massa de mensagens durante as eleições. O PL permite que as mensagens sejam enviadas com uso de robôs e meios automatizados. A declaração foi feita em entrevista ao programa Sem Censura, da TV Brasil, nesta sexta-feira. O presidente disse que vai tentar impedir a aprovação da proposta no Senado, mas garantiu que vetará o texto caso ele avance no Congresso. O projeto em tramitação no Legislativo permite que mensagens automatizadas enviadas por números oficiais de partidos e candidatos não sejam consideradas disparos em massa, desde que destinadas a pessoas cadastradas. Segundo o presidente, a inteligência artificial não pode ser utilizada para influenciar as disputas eleitorais. Reunião sobre fim da escala 6x1 Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados O presidente também confirmou que terá uma reunião na próxima segunda-feira com o presidente da Câmara, Hugo Motta, para tratar da proposta que prevê o fim da escala 6x1. O Ministro do Trabalho, Luiz Marinho também participará do encontro. A discussão gira em torno do prazo de transição para que as empresas se adaptem às novas regras previstas na proposta, que deve ser votada no plenário da Câmara na próxima semana. O relator do texto, deputado Leo Prates, elaborou três versões do parecer com diferentes prazos de implementação. Um deles chega a dez anos de margem. Lula fez ainda um pedido público ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para que paute a votação da PEC da Segurança Pública. O presidente voltou a dizer que, caso a proposta seja aprovada, o governo criará o Ministério da Segurança Pública em até 15 dias. A PEC cria diretrizes nacionais para atuação das polícias e fortalece órgãos federais de segurança. Segundo Lula, os recursos destinados à segurança podem chegar a cerca de R$ 11 bilhões para ações de combate ao crime organizado e fortalecimento das forças. Durante a entrevista, o petista voltou a defender maior participação do governo federal na área e criticou a falta de integração entre os estados.

O presidente Lula afirmou que vai vetar o trecho do projeto de lei aprovado pela Câmara dos Deputados que abre brecha para o disparo em massa de mensagens durante as eleições. O PL permite que as mensagens sejam enviadas com uso de robôs e meios automatizados. A declaração foi feita em entrevista ao programa Sem Censura, da TV Brasil, nesta sexta-feira. O presidente disse que vai tentar impedir a aprovação da proposta no Senado, mas garantiu que vetará o texto caso ele avance no Congresso. O projeto em tramitação no Legislativo permite que mensagens automatizadas enviadas por números oficiais de partidos e candidatos não sejam consideradas disparos em massa, desde que destinadas a pessoas cadastradas. Segundo o presidente, a inteligência artificial não pode ser utilizada para influenciar as disputas eleitorais. Reunião sobre fim da escala 6x1 Hugo Motta, presidente da Câmara dos Deputados Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados O presidente também confirmou que terá uma reunião na próxima segunda-feira com o presidente da Câmara, Hugo Motta, para tratar da proposta que prevê o fim da escala 6x1. O Ministro do Trabalho, Luiz Marinho também participará do encontro. A discussão gira em torno do prazo de transição para que as empresas se adaptem às novas regras previstas na proposta, que deve ser votada no plenário da Câmara na próxima semana. O relator do texto, deputado Leo Prates, elaborou três versões do parecer com diferentes prazos de implementação. Um deles chega a dez anos de margem. Lula fez ainda um pedido público ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre, para que paute a votação da PEC da Segurança Pública. O presidente voltou a dizer que, caso a proposta seja aprovada, o governo criará o Ministério da Segurança Pública em até 15 dias. A PEC cria diretrizes nacionais para atuação das polícias e fortalece órgãos federais de segurança. Segundo Lula, os recursos destinados à segurança podem chegar a cerca de R$ 11 bilhões para ações de combate ao crime organizado e fortalecimento das forças. Durante a entrevista, o petista voltou a defender maior participação do governo federal na área e criticou a falta de integração entre os estados.

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