Comprovantes de pagamentos de ex-funcionária apontam suspeita de rachadinha por Mário Frias
Comprovantes de pagamentos feitos por uma ex-funcionária apontam suspeita de rachadinha no gabinete do deputado Mário Frias, do PL. Os documentos foram obtidos pelo portal g1. Gardênia Morais foi secretária parlamentar entre fevereiro de 2023 e março de 2024. Ela transferia o salário que recebia em uma conta do Banco do Brasil para outra que ela tinha no Itaú. Os valores eram então repassados para o chefe de gabinete, Raphael Azevedo, ou para familiares dele. Os pagamentos ultrapassaram R$ 35 mil. Gardênia disse que existiam mais repasses e que outras pessoas no gabinete também devolviam os salários. A ex-secretária também tomou cinco empréstimos consignados, totalizando quase 175 mil reais. Parte dos valores foi transferida ao então chefe de gabinete em datas próximas aos empréstimos. Também foram feitos repasses para familiares de Mário Frias. Gardênia fez um PIX de mil reais para a mãe do parlamentar. Ela também pagou uma fatura do cartão de crédito da esposa do deputado, em um valor superior a R$ 4,8 mil. Em outra ocasião, Gardênia fez um saque de R$49.999,99 em dinheiro vivo. Desde 2017, saques de valores a partir de R$ 50 mil devem ser comunicados aos bancos com antecedência. A medida foi determinada pelo Banco Central para aumentar o controle sobre movimentações financeiras de alto valor em espécie. Ao portal g1, Gardênia disse que o valor foi entregue para alguém, mas não revelou quem recebeu. Ela também afirmou que Mário Frias estava ciente de todas as devoluções e que o combinado é que "o deputado sempre participa". O atual chefe de gabinete de Mario Frias, Diego Ramos afirmou que desconhece as suspeitas porque entrou depois do caso. Ele também disse que tem a convicção de que Frias também não tem conhecimento das transferências. Ramos criticou as acusações dizendo que elas são feitas por ex-funcionários aproveitando uma situação midiática. Mário Frias está no exterior e ainda não se pronunciou. Ele viajou para fora do Brasil sem autorização oficial da Câmara dos Deputados. Frias atualmente é investigado pelo Supremo Tribunal Federal. A corte apura o desvio de uma emenda parlamentar de 2 milhões de reais para uma ONG administrada por Karina Ferreira, a mesma responsável pela produtora do filme Dark Horse. Mário Frias atuou como produtor-executivo do filme biográfico sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Comprovantes de pagamentos feitos por uma ex-funcionária apontam suspeita de rachadinha no gabinete do deputado Mário Frias, do PL. Os documentos foram obtidos pelo portal g1. Gardênia Morais foi secretária parlamentar entre fevereiro de 2023 e março de 2024. Ela transferia o salário que recebia em uma conta do Banco do Brasil para outra que ela tinha no Itaú. Os valores eram então repassados para o chefe de gabinete, Raphael Azevedo, ou para familiares dele. Os pagamentos ultrapassaram R$ 35 mil. Gardênia disse que existiam mais repasses e que outras pessoas no gabinete também devolviam os salários. A ex-secretária também tomou cinco empréstimos consignados, totalizando quase 175 mil reais. Parte dos valores foi transferida ao então chefe de gabinete em datas próximas aos empréstimos. Também foram feitos repasses para familiares de Mário Frias. Gardênia fez um PIX de mil reais para a mãe do parlamentar. Ela também pagou uma fatura do cartão de crédito da esposa do deputado, em um valor superior a R$ 4,8 mil. Em outra ocasião, Gardênia fez um saque de R$49.999,99 em dinheiro vivo. Desde 2017, saques de valores a partir de R$ 50 mil devem ser comunicados aos bancos com antecedência. A medida foi determinada pelo Banco Central para aumentar o controle sobre movimentações financeiras de alto valor em espécie. Ao portal g1, Gardênia disse que o valor foi entregue para alguém, mas não revelou quem recebeu. Ela também afirmou que Mário Frias estava ciente de todas as devoluções e que o combinado é que "o deputado sempre participa". O atual chefe de gabinete de Mario Frias, Diego Ramos afirmou que desconhece as suspeitas porque entrou depois do caso. Ele também disse que tem a convicção de que Frias também não tem conhecimento das transferências. Ramos criticou as acusações dizendo que elas são feitas por ex-funcionários aproveitando uma situação midiática. Mário Frias está no exterior e ainda não se pronunciou. Ele viajou para fora do Brasil sem autorização oficial da Câmara dos Deputados. Frias atualmente é investigado pelo Supremo Tribunal Federal. A corte apura o desvio de uma emenda parlamentar de 2 milhões de reais para uma ONG administrada por Karina Ferreira, a mesma responsável pela produtora do filme Dark Horse. Mário Frias atuou como produtor-executivo do filme biográfico sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro.

Comentários (0)
Comentários do Facebook