Trump se reuniu no final de semana com autoridades de segurança para discutir guerra no Irã, diz TV
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, teve uma reunião neste final de semana com a equipe de segurança nacional do governo americano. O objetivo, segundo a rede de TV americana CNN, foi discutir o futuro da guerra no Irã. O republicano retornou da China e teve a conversa poucas horas depois. Entre os presentes estavam o vice-presidente JD Vance, o secretário de Estado Marco Rubio, o diretor da CIA John Ratcliffe e o enviado especial Steve Witkoff, entre outras autoridades. Ainda de acordo com a televisão americana, o presidente americano adiou as decisões sobre o Irã porque queria ver como seriam as conversas em Pequim, com o presidente Xi Jinping. Do lado dos EUA, foram diversos relatos de que os países concordaram com os iranianos não terem armas nucleares. Porém, isso não foi confirmado do lado chinês. Em meio a isso, a nova proposta apresentada pelo Irã aos Estados Unidos nesta segunda-feira (18) por meio do Paquistão tem 14 pontos e se concentra no fim da guerra. As informações foram divulgadas pela agência de notícias iraniana Tasnim, citando uma fonte próxima às negociações. Anteriormente, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, Esamil Baqaei, declarou que o Irã comunicou para os EUA uma resposta às alterações feitas ao plano de resolução do conflito. Segundo ele, as negociações entre os dois países estão em andamento, com a mediação do Paquistão. 'Embora os Estados Unidos tenham rejeitado explicitamente este plano (iraniano), recebemos uma série de comentários e emendas do lado paquistanês. Analisamos as propostas e, como anunciado ontem, comunicamos nossos pontos de vista ao lado americano', declarou. O Irã alertou nesta segunda-feira (18) os Estados Unidos e Israel contra a retomada de ataques. Em uma declaração à imprensa, relatada pela mídia iraniana, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esameil Baqaei, prometeu 'surpresas'. 'Em caso de uma nova agressão contra o Irã, as forças armadas iranianas têm surpresas reservadas para o inimigo', afirmou. Baqaei ainda completou que o comportamento 'contraditório' e as ameaças 'não nos confundem nem nos assustam'. Ex-apoiadora de Trump afirma que, se EUA enviar tropas para o Irã, haverá 'revolução política' no país Ex-congressista republicana Marjorie Taylor Greene. Anna Moneymaker / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP A ex-congressista republicana Marjorie Taylor Greene, que já foi uma das principais apoiadoras de Donald Trump, prevê uma 'revolução política' nos Estados Unidos caso o presidente americano envie tropas ao Irã. 'Se vocês enviarem tropas americanas ao Irã, haverá uma revolução política na América. Chega. Dissemos que não haverá mais guerras no exterior, e mantemos nossa palavra. A coalizão se unirá e será imparável. Eu vou garantir isso', escreveu Greene em uma publicação feita nas redes sociais. Além disso, ela defendeu que Trump acabe com a guerra, chamando de 'loucura'. Greene era uma das maiores apoiadores nas casas legislativas do presidente americano. No entanto, entrou em conflito com a divulgação do caso Epstein e das citações do republicano. Mais recentemente, foi crítica ao conflito no Oriente Médio desde o início. Ela atuou como congressista entre 2021 e 2026.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, teve uma reunião neste final de semana com a equipe de segurança nacional do governo americano. O objetivo, segundo a rede de TV americana CNN, foi discutir o futuro da guerra no Irã. O republicano retornou da China e teve a conversa poucas horas depois. Entre os presentes estavam o vice-presidente JD Vance, o secretário de Estado Marco Rubio, o diretor da CIA John Ratcliffe e o enviado especial Steve Witkoff, entre outras autoridades. Ainda de acordo com a televisão americana, o presidente americano adiou as decisões sobre o Irã porque queria ver como seriam as conversas em Pequim, com o presidente Xi Jinping. Do lado dos EUA, foram diversos relatos de que os países concordaram com os iranianos não terem armas nucleares. Porém, isso não foi confirmado do lado chinês. Em meio a isso, a nova proposta apresentada pelo Irã aos Estados Unidos nesta segunda-feira (18) por meio do Paquistão tem 14 pontos e se concentra no fim da guerra. As informações foram divulgadas pela agência de notícias iraniana Tasnim, citando uma fonte próxima às negociações. Anteriormente, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores iraniano, Esamil Baqaei, declarou que o Irã comunicou para os EUA uma resposta às alterações feitas ao plano de resolução do conflito. Segundo ele, as negociações entre os dois países estão em andamento, com a mediação do Paquistão. 'Embora os Estados Unidos tenham rejeitado explicitamente este plano (iraniano), recebemos uma série de comentários e emendas do lado paquistanês. Analisamos as propostas e, como anunciado ontem, comunicamos nossos pontos de vista ao lado americano', declarou. O Irã alertou nesta segunda-feira (18) os Estados Unidos e Israel contra a retomada de ataques. Em uma declaração à imprensa, relatada pela mídia iraniana, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Esameil Baqaei, prometeu 'surpresas'. 'Em caso de uma nova agressão contra o Irã, as forças armadas iranianas têm surpresas reservadas para o inimigo', afirmou. Baqaei ainda completou que o comportamento 'contraditório' e as ameaças 'não nos confundem nem nos assustam'. Ex-apoiadora de Trump afirma que, se EUA enviar tropas para o Irã, haverá 'revolução política' no país Ex-congressista republicana Marjorie Taylor Greene. Anna Moneymaker / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / Getty Images via AFP A ex-congressista republicana Marjorie Taylor Greene, que já foi uma das principais apoiadoras de Donald Trump, prevê uma 'revolução política' nos Estados Unidos caso o presidente americano envie tropas ao Irã. 'Se vocês enviarem tropas americanas ao Irã, haverá uma revolução política na América. Chega. Dissemos que não haverá mais guerras no exterior, e mantemos nossa palavra. A coalizão se unirá e será imparável. Eu vou garantir isso', escreveu Greene em uma publicação feita nas redes sociais. Além disso, ela defendeu que Trump acabe com a guerra, chamando de 'loucura'. Greene era uma das maiores apoiadores nas casas legislativas do presidente americano. No entanto, entrou em conflito com a divulgação do caso Epstein e das citações do republicano. Mais recentemente, foi crítica ao conflito no Oriente Médio desde o início. Ela atuou como congressista entre 2021 e 2026.

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