Morre piloto de helicóptero da Polícia Civil baleado em operação no Rio
Morreu, nesse domingo (17), o piloto de helicóptero da Polícia Civil baleado numa operação na Vila Aliança, em Bangu, na Zona Oeste do Rio. Felipe Marques Monteiro ficou internado entre março e dezembro do ano passado, depois de ter sido atingido por um tiro na cabeça. Ele havia recebido alta médica no fim do ano, após nove meses de internação, e passava por um processo de reabilitação. No início de maio, Felipe passou por procedimentos para retirar hematomas e sangramentos na cabeça e, depois, para a inserção de um dreno. Nos últimos dias, o policial começou a apresentar um quadro grave de infecção após complicações de uma cirurgia de prótese craniana realizada em 20 de abril. O ataque aconteceu em 20 de março, quando Felipe sobrevoava a comunidade em um helicóptero da Coordenadoria de Recursos Especiais. A aeronave foi alvejada por criminosos, e o copiloto foi atingido por um tiro de fuzil, que perfurou o crânio. Um dos suspeitos de participar do ataque foi preso em abril do ano passado. Outros criminosos seguem foragidos. A mulher de Felipe, Keidna Marques, compartilhava nas redes sociais a rotina de tratamento e recuperação dele. O trabalho ganhou grande repercussão e formou uma corrente de seguidores que torciam pela recuperação do policial. Em nota, o governo do Rio lamentou a morte de Felipe Marques Monteiro e prestou solidariedade aos familiares, amigos e companheiros. O Estado reconheceu a bravura, o compromisso e a entrega dele na missão de proteger a população fluminense, destacando a longa, difícil e corajosa batalha pela vida, marcada pela força, fé e dedicação da família, especialmente da mulher dele. Ainda não há informações sobre o velório e o sepultamento de Felipe.

Morreu, nesse domingo (17), o piloto de helicóptero da Polícia Civil baleado numa operação na Vila Aliança, em Bangu, na Zona Oeste do Rio. Felipe Marques Monteiro ficou internado entre março e dezembro do ano passado, depois de ter sido atingido por um tiro na cabeça. Ele havia recebido alta médica no fim do ano, após nove meses de internação, e passava por um processo de reabilitação. No início de maio, Felipe passou por procedimentos para retirar hematomas e sangramentos na cabeça e, depois, para a inserção de um dreno. Nos últimos dias, o policial começou a apresentar um quadro grave de infecção após complicações de uma cirurgia de prótese craniana realizada em 20 de abril. O ataque aconteceu em 20 de março, quando Felipe sobrevoava a comunidade em um helicóptero da Coordenadoria de Recursos Especiais. A aeronave foi alvejada por criminosos, e o copiloto foi atingido por um tiro de fuzil, que perfurou o crânio. Um dos suspeitos de participar do ataque foi preso em abril do ano passado. Outros criminosos seguem foragidos. A mulher de Felipe, Keidna Marques, compartilhava nas redes sociais a rotina de tratamento e recuperação dele. O trabalho ganhou grande repercussão e formou uma corrente de seguidores que torciam pela recuperação do policial. Em nota, o governo do Rio lamentou a morte de Felipe Marques Monteiro e prestou solidariedade aos familiares, amigos e companheiros. O Estado reconheceu a bravura, o compromisso e a entrega dele na missão de proteger a população fluminense, destacando a longa, difícil e corajosa batalha pela vida, marcada pela força, fé e dedicação da família, especialmente da mulher dele. Ainda não há informações sobre o velório e o sepultamento de Felipe.

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