Trump e autoridades americanas foram instruídas a não levarem celulares para China, diz TV
Poucas autoridades do governo americano e também empresários que acompanha a comitiva dos Estados Unidos levaram celulares ou mostram ele publicamente na visita de Estado para Pequim, capital da China. O motivo é que eles foram instruídos a não mostrarem publicamente ou até mesmo levarem os telefones para solo chinês, de acordo com a rede de TV Sky News. Entre os que foram observados com aparelhos telefônicos estão o empresário Elon Musk, dono da SpaceX e da Tesla, e o secretário do Tesouro, Scott Bessent. De acordo com o veículo, há indícios que Trump deixou o celular nos EUA. Até mesmo por isso, as postagens na sua rede social Truth Social não tem ocorrido com frequência, e tem sido apenas institucionais, feitas por pessoas da sua equipe. Casa Branca afirma que Trump e Xi concordaram que Irã não pode ter armas nucleares Encontro entre Donald Trump e Xi Jinping, presidentes dos Estados Unidos e da China, em Pequim. Kenny Holston / POOL / AFP A Casa Branca emitiu uma declaração nesta quinta-feira (14) sobre o encontro entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente chinês, Xi Jinping, em Pequim, capital da China. A declaração dos EUA aborda a guerra no Irã de forma mais abrangente do que a da China. A própria declaração de Pequim mencionou o assunto apenas brevemente. No entanto, a questão de Taiwan, anunciada por Xi como 'a questão mais importante', não foi mencionada em nenhum momento por Washington. A declaração comenta que os dois discutiram sobre o Irã e concordaram que o país 'jamais poderá ter uma arma nuclear'. 'Os dois lados concordaram que o Estreito de Ormuz deve permanecer aberto para garantir o livre fluxo de energia. O presidente Xi também deixou clara a oposição da China à militarização do estreito e a qualquer tentativa de cobrar pedágio pelo seu uso, e expressou interesse em comprar mais petróleo americano para reduzir a dependência da China em relação ao estreito no futuro. Ambos os países concordaram que o Irã jamais poderá ter uma arma nuclear', diz o trecho. A declaração ainda destacou o foco na cooperação e nos laços econômicos, antes de acrescentar que Trump e Xi falaram sobre o desejo de acabar com 'o fluxo de precursores de fentanil' para os EUA - algo que Trump buscou pessoalmente em seu segundo mandato. No próprio comunicado da China sobre a reunião, o Irã foi mencionado apenas brevemente, entre outras questões geopolíticas.

Poucas autoridades do governo americano e também empresários que acompanha a comitiva dos Estados Unidos levaram celulares ou mostram ele publicamente na visita de Estado para Pequim, capital da China. O motivo é que eles foram instruídos a não mostrarem publicamente ou até mesmo levarem os telefones para solo chinês, de acordo com a rede de TV Sky News. Entre os que foram observados com aparelhos telefônicos estão o empresário Elon Musk, dono da SpaceX e da Tesla, e o secretário do Tesouro, Scott Bessent. De acordo com o veículo, há indícios que Trump deixou o celular nos EUA. Até mesmo por isso, as postagens na sua rede social Truth Social não tem ocorrido com frequência, e tem sido apenas institucionais, feitas por pessoas da sua equipe. Casa Branca afirma que Trump e Xi concordaram que Irã não pode ter armas nucleares Encontro entre Donald Trump e Xi Jinping, presidentes dos Estados Unidos e da China, em Pequim. Kenny Holston / POOL / AFP A Casa Branca emitiu uma declaração nesta quinta-feira (14) sobre o encontro entre o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e o presidente chinês, Xi Jinping, em Pequim, capital da China. A declaração dos EUA aborda a guerra no Irã de forma mais abrangente do que a da China. A própria declaração de Pequim mencionou o assunto apenas brevemente. No entanto, a questão de Taiwan, anunciada por Xi como 'a questão mais importante', não foi mencionada em nenhum momento por Washington. A declaração comenta que os dois discutiram sobre o Irã e concordaram que o país 'jamais poderá ter uma arma nuclear'. 'Os dois lados concordaram que o Estreito de Ormuz deve permanecer aberto para garantir o livre fluxo de energia. O presidente Xi também deixou clara a oposição da China à militarização do estreito e a qualquer tentativa de cobrar pedágio pelo seu uso, e expressou interesse em comprar mais petróleo americano para reduzir a dependência da China em relação ao estreito no futuro. Ambos os países concordaram que o Irã jamais poderá ter uma arma nuclear', diz o trecho. A declaração ainda destacou o foco na cooperação e nos laços econômicos, antes de acrescentar que Trump e Xi falaram sobre o desejo de acabar com 'o fluxo de precursores de fentanil' para os EUA - algo que Trump buscou pessoalmente em seu segundo mandato. No próprio comunicado da China sobre a reunião, o Irã foi mencionado apenas brevemente, entre outras questões geopolíticas.

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