PF afasta delegada e agente em nova fase da Operação Compliance Zero

A sexta fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal nesta quinta-feira (14), colocou agentes públicos no centro das investigações sobre o suposto esquema de fraudes e proteção ilegal ligado ao banqueiro Daniel Vorcaro e ao Banco Master. Por determinação do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, uma delegada e um agente da própria Polícia Federal foram afastados dos cargos. Ex-integrantes da corporação também aparecem entre os alvos da operação, que cumpre sete mandados de prisão preventiva e 17 de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. A investigação aponta que integrantes da estrutura pública teriam atuado para fornecer informações sigilosas sobre apurações em andamento, permitindo que os investigados se antecipassem às ações policiais. Segundo a PF, o grupo também é suspeito de usar mecanismos de intimidação contra adversários de Daniel Vorcaro. As apurações citam a existência de uma organização conhecida como “Turma”, apontada como responsável por obtenção ilegal de dados, invasão de dispositivos eletrônicos e ações de coerção. A Polícia Federal investiga crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, ameaça, organização criminosa, invasão de dispositivos informáticos e violação de sigilo funcional.

PF afasta delegada e agente em nova fase da Operação Compliance Zero

A sexta fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal nesta quinta-feira (14), colocou agentes públicos no centro das investigações sobre o suposto esquema de fraudes e proteção ilegal ligado ao banqueiro Daniel Vorcaro e ao Banco Master. Por determinação do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, uma delegada e um agente da própria Polícia Federal foram afastados dos cargos. Ex-integrantes da corporação também aparecem entre os alvos da operação, que cumpre sete mandados de prisão preventiva e 17 de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. A investigação aponta que integrantes da estrutura pública teriam atuado para fornecer informações sigilosas sobre apurações em andamento, permitindo que os investigados se antecipassem às ações policiais. Segundo a PF, o grupo também é suspeito de usar mecanismos de intimidação contra adversários de Daniel Vorcaro. As apurações citam a existência de uma organização conhecida como “Turma”, apontada como responsável por obtenção ilegal de dados, invasão de dispositivos eletrônicos e ações de coerção. A Polícia Federal investiga crimes de corrupção, lavagem de dinheiro, ameaça, organização criminosa, invasão de dispositivos informáticos e violação de sigilo funcional.