Terceiro acusado pela morte de Moïse Kabagambe vai a júri popular nesta quarta (15)

O terceiro acusado de participar da morte do congolês Moïse Kabagambe vai a júri popular nesta quarta-feira no Rio de Janeiro. O julgamento de Brendon Alexander Luz da Silva está marcado para as 11h, no 1º Tribunal do Júri da Capital, no Centro da cidade. Ele é o último dos três denunciados como executor do crime. Moïse foi morto no dia 24 de janeiro de 2022, no quiosque Tropicália, na Praia da Barra da Tijuca, onde havia trabalhado. Manifestantes estendem faixa por Moïse Kabagambe em frente aos quiosques onde aconteceu o crime. CBN Imagens de câmeras de segurança mostram que ele foi espancado por cerca de 13 minutos, com golpes de taco de beisebol, além de socos, chutes e tapas. Segundo a investigação, as agressões começaram depois que a vítima cobrou o pagamento de diárias atrasadas ao dono do quiosque. Em março do ano passado, os outros dois réus do caso, Fábio Pirineus da Silva e Aleson Cristiano de Oliveira Fonseca, foram condenados. Somadas, as penas chegam a 44 anos de prisão em regime fechado. De acordo com a denúncia do Ministério Público, as imagens também mostram Brendon ao lado de outro acusado posando para uma foto enquanto Moïse já estava imobilizado no chão e aparentemente desacordado. No julgamento anterior, o Conselho de Sentença aceitou integralmente as teses da acusação e reconheceu que o crime foi cometido por motivo banal, com extrema crueldade e sem chance de defesa para a vítima.

Terceiro acusado pela morte de Moïse Kabagambe vai a júri popular nesta quarta (15)

O terceiro acusado de participar da morte do congolês Moïse Kabagambe vai a júri popular nesta quarta-feira no Rio de Janeiro. O julgamento de Brendon Alexander Luz da Silva está marcado para as 11h, no 1º Tribunal do Júri da Capital, no Centro da cidade. Ele é o último dos três denunciados como executor do crime. Moïse foi morto no dia 24 de janeiro de 2022, no quiosque Tropicália, na Praia da Barra da Tijuca, onde havia trabalhado. Manifestantes estendem faixa por Moïse Kabagambe em frente aos quiosques onde aconteceu o crime. CBN Imagens de câmeras de segurança mostram que ele foi espancado por cerca de 13 minutos, com golpes de taco de beisebol, além de socos, chutes e tapas. Segundo a investigação, as agressões começaram depois que a vítima cobrou o pagamento de diárias atrasadas ao dono do quiosque. Em março do ano passado, os outros dois réus do caso, Fábio Pirineus da Silva e Aleson Cristiano de Oliveira Fonseca, foram condenados. Somadas, as penas chegam a 44 anos de prisão em regime fechado. De acordo com a denúncia do Ministério Público, as imagens também mostram Brendon ao lado de outro acusado posando para uma foto enquanto Moïse já estava imobilizado no chão e aparentemente desacordado. No julgamento anterior, o Conselho de Sentença aceitou integralmente as teses da acusação e reconheceu que o crime foi cometido por motivo banal, com extrema crueldade e sem chance de defesa para a vítima.