Rubio afirma que política dos EUA sobre Taiwan 'permanece inalterada' mesmo após Xi alertar 'conflito'
O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubi, afirma que 'a política dos EUA sobre a questão de Taiwan permanece inalterada até hoje'. Isso ocorreu mesmo após declarações do presidente da China, Xi Jinping, alertando para 'conflito' entre países sobre a ilha. A fala de Rubio ocorreu em entrevista à NBC News, na qual foi questionado sobre a fala de Xi dizendo que Taiwan era a 'questão mais importante' na relação entre os países. 'Eles certamente pensam assim, e sempre levantam essa questão, e nós entendemos que a levantem. Da nossa perspectiva, qualquer mudança forçada no status quo seria ruim para ambos os países', disse. Questionado sobre as declarações de Xi de que uma má gestão da questão de Taiwan poderia acarretar um 'confronto' ou mesmo um 'conflito' entre americanos e chineses, Rubio acrescentou: 'A política dos EUA sobre a questão de Taiwan permanece inalterada até hoje'. O secretário de Estado afirmou que a política se manteve consistente ao longo de vários mandatos presidenciais, independentemente do partido. A NBC também questionou se Xi pressionou Trump para que parasse de vender armas americanas a Taiwan, mas Rubio disse que esse assunto não foi discutido especificamente nesta quinta-feira (14) entre os presidentes. Ele salientou que os EUA venderam armas a Taiwan ainda em dezembro e que essa continua sendo uma decisão do presidente americano. Rubio acrescentou que seria um 'erro terrível' para a China forçar a questão de Taiwan com uma ação militar. Ele enfatizou que a visão dos EUA é de que a China preferiria um referendo em Taiwan para resolver a questão. Um conflito por Taiwan seria ruim para o mundo, enfatizou ele, visto que a China é 'sem dúvida' a segunda maior potência militar do mundo, atrás apenas dos EUA. A China considera Taiwan, que foi estabelecida em 1949, quando o governo nacionalista recuou após as forças comunistas tomarem o poder no continente, como seu próprio território e nunca renunciou ao uso da força para tomar a ilha. Taiwan rejeita as reivindicações de soberania de Pequim, afirmando que somente o povo da ilha pode decidir seu futuro. Xi alertou Trump em reunião que Taiwan era 'questão mais importante' que poderia 'gerar conflito' de países Encontro entre Donald Trump e Xi Jinping, presidentes dos Estados Unidos e da China, em Pequim. Kenny Holston / POOL / AFP O presidente chinês, Xi Jinping, alertou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante uma reunião bilateral em Pequim que os Estados Unidos e a China poderiam 'entrar em conflito' se a questão de Taiwan fosse mal administrada. A informação foi divulgada pela mídia estatal chinesa. Xi chamou a questão da ilha como a 'mais importante' do encontro entre os dois. Xi também disse que um confronto levaria 'toda a relação China-EUA a uma situação extremamente perigosa', segundo um comunicado sobre a reunião divulgado pela mídia estatal chinesa. A declaração da Casa Branca, por outro lado, não abordou esse ponto, mas destacou o foco na cooperação e nos laços econômicos, antes de acrescentar que Trump e Xi falaram sobre o desejo de acabar com 'o fluxo de precursores de fentanil' para os EUA - algo que Trump buscou pessoalmente em seu segundo mandato. No comunicado da China sobre a reunião, o Irã foi mencionado apenas brevemente, entre outras questões geopolíticas. Já a declaração dos EUA aborda a guerra no Irã de forma mais abrangente do que a da China. A própria declaração de Pequim mencionou o assunto apenas brevemente. A declaração comenta que os dois discutiram sobre o Irã e concordaram que o país 'jamais poderá ter uma arma nuclear'. 'Os dois lados concordaram que o Estreito de Ormuz deve permanecer aberto para garantir o livre fluxo de energia. O presidente Xi também deixou clara a oposição da China à militarização do estreito e a qualquer tentativa de cobrar pedágio pelo seu uso, e expressou interesse em comprar mais petróleo americano para reduzir a dependência da China em relação ao estreito no futuro. Ambos os países concordaram que o Irã jamais poderá ter uma arma nuclear', diz o trecho.

O secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubi, afirma que 'a política dos EUA sobre a questão de Taiwan permanece inalterada até hoje'. Isso ocorreu mesmo após declarações do presidente da China, Xi Jinping, alertando para 'conflito' entre países sobre a ilha. A fala de Rubio ocorreu em entrevista à NBC News, na qual foi questionado sobre a fala de Xi dizendo que Taiwan era a 'questão mais importante' na relação entre os países. 'Eles certamente pensam assim, e sempre levantam essa questão, e nós entendemos que a levantem. Da nossa perspectiva, qualquer mudança forçada no status quo seria ruim para ambos os países', disse. Questionado sobre as declarações de Xi de que uma má gestão da questão de Taiwan poderia acarretar um 'confronto' ou mesmo um 'conflito' entre americanos e chineses, Rubio acrescentou: 'A política dos EUA sobre a questão de Taiwan permanece inalterada até hoje'. O secretário de Estado afirmou que a política se manteve consistente ao longo de vários mandatos presidenciais, independentemente do partido. A NBC também questionou se Xi pressionou Trump para que parasse de vender armas americanas a Taiwan, mas Rubio disse que esse assunto não foi discutido especificamente nesta quinta-feira (14) entre os presidentes. Ele salientou que os EUA venderam armas a Taiwan ainda em dezembro e que essa continua sendo uma decisão do presidente americano. Rubio acrescentou que seria um 'erro terrível' para a China forçar a questão de Taiwan com uma ação militar. Ele enfatizou que a visão dos EUA é de que a China preferiria um referendo em Taiwan para resolver a questão. Um conflito por Taiwan seria ruim para o mundo, enfatizou ele, visto que a China é 'sem dúvida' a segunda maior potência militar do mundo, atrás apenas dos EUA. A China considera Taiwan, que foi estabelecida em 1949, quando o governo nacionalista recuou após as forças comunistas tomarem o poder no continente, como seu próprio território e nunca renunciou ao uso da força para tomar a ilha. Taiwan rejeita as reivindicações de soberania de Pequim, afirmando que somente o povo da ilha pode decidir seu futuro. Xi alertou Trump em reunião que Taiwan era 'questão mais importante' que poderia 'gerar conflito' de países Encontro entre Donald Trump e Xi Jinping, presidentes dos Estados Unidos e da China, em Pequim. Kenny Holston / POOL / AFP O presidente chinês, Xi Jinping, alertou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante uma reunião bilateral em Pequim que os Estados Unidos e a China poderiam 'entrar em conflito' se a questão de Taiwan fosse mal administrada. A informação foi divulgada pela mídia estatal chinesa. Xi chamou a questão da ilha como a 'mais importante' do encontro entre os dois. Xi também disse que um confronto levaria 'toda a relação China-EUA a uma situação extremamente perigosa', segundo um comunicado sobre a reunião divulgado pela mídia estatal chinesa. A declaração da Casa Branca, por outro lado, não abordou esse ponto, mas destacou o foco na cooperação e nos laços econômicos, antes de acrescentar que Trump e Xi falaram sobre o desejo de acabar com 'o fluxo de precursores de fentanil' para os EUA - algo que Trump buscou pessoalmente em seu segundo mandato. No comunicado da China sobre a reunião, o Irã foi mencionado apenas brevemente, entre outras questões geopolíticas. Já a declaração dos EUA aborda a guerra no Irã de forma mais abrangente do que a da China. A própria declaração de Pequim mencionou o assunto apenas brevemente. A declaração comenta que os dois discutiram sobre o Irã e concordaram que o país 'jamais poderá ter uma arma nuclear'. 'Os dois lados concordaram que o Estreito de Ormuz deve permanecer aberto para garantir o livre fluxo de energia. O presidente Xi também deixou clara a oposição da China à militarização do estreito e a qualquer tentativa de cobrar pedágio pelo seu uso, e expressou interesse em comprar mais petróleo americano para reduzir a dependência da China em relação ao estreito no futuro. Ambos os países concordaram que o Irã jamais poderá ter uma arma nuclear', diz o trecho.

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