Qual a data a ser considerada para resgate de um plano VGBL?

Pergunta: Um ouvinte conta que começou uma aplicação em VGBL em setembro /2021 com o objetivo de organizar a sucessão patrimonial. Com relação à tabela regressiva do Imposto de Renda do VGBL, qual será a data a ser considerada em um eventual resgate? É a data do início da aplicação (setembro/21), ou a data de cada aporte? Resposta: É a data de cada aporte. Para entender como isso funciona: as aplicações no VGBL vão para os herdeiros sem passar pelo inventário e, mais importante, sem a incidência do ITCMD., que é o imposto de transmissão e doação. Por isso que o VGBL é muito usado como um instrumento de sucessão patrimonial. Já a tributação do VGBL incide só sobre os rendimentos. E é só no resgate. E pra quem escolhe a tabela regressiva, o imposto é de 10% na fonte se o saque for feito depois de 10 anos. Só que esse prazo conta a partir de cada aplicação. O que você investiu em setembro de 2021 vai ficar com o imposto de 10% em setembro de 2031. As aplicações que fizer hoje, em 2036. Se sacar antes de dois anos, o imposto é de 35%. Além disso, tem um IOF, que é um outro imposto, de 5% para aportes anuais no VGBL acima de R$ 600 mil. E, mais um detalhe, os herdeiros recebem os investimentos no VGBL em dinheiro. Os valores são resgatados e o imposto é cobrado de acordo com a tabela regressiva do imposto exclusivo na fonte. Resumo: O VGBL é uma boa alternativa para a sucessão patrimonial, mas tem esses detalhes dos impostos que merecem ser levados em consideração.

 
Qual a data a ser considerada para resgate de um plano VGBL?

Pergunta: Um ouvinte conta que começou uma aplicação em VGBL em setembro /2021 com o objetivo de organizar a sucessão patrimonial. Com relação à tabela regressiva do Imposto de Renda do VGBL, qual será a data a ser considerada em um eventual resgate? É a data do início da aplicação (setembro/21), ou a data de cada aporte? Resposta: É a data de cada aporte. Para entender como isso funciona: as aplicações no VGBL vão para os herdeiros sem passar pelo inventário e, mais importante, sem a incidência do ITCMD., que é o imposto de transmissão e doação. Por isso que o VGBL é muito usado como um instrumento de sucessão patrimonial. Já a tributação do VGBL incide só sobre os rendimentos. E é só no resgate. E pra quem escolhe a tabela regressiva, o imposto é de 10% na fonte se o saque for feito depois de 10 anos. Só que esse prazo conta a partir de cada aplicação. O que você investiu em setembro de 2021 vai ficar com o imposto de 10% em setembro de 2031. As aplicações que fizer hoje, em 2036. Se sacar antes de dois anos, o imposto é de 35%. Além disso, tem um IOF, que é um outro imposto, de 5% para aportes anuais no VGBL acima de R$ 600 mil. E, mais um detalhe, os herdeiros recebem os investimentos no VGBL em dinheiro. Os valores são resgatados e o imposto é cobrado de acordo com a tabela regressiva do imposto exclusivo na fonte. Resumo: O VGBL é uma boa alternativa para a sucessão patrimonial, mas tem esses detalhes dos impostos que merecem ser levados em consideração.