'Não houve nenhuma ruptura', diz Zema após críticas a Flávio Bolsonaro

O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo) baixou o tom contra Flávio Bolsonaro (PL) em entrevista coletiva neste sábado (16). Ele participou de um evento do Novo de lançamento de pré-candidaturas, em Belo Horizonte. Gonet denuncia Zema por calúnia no caso de vídeos publicados com críticas aos ministros do STF Flávio Bolsonaro sobe o tom contra governo e STF: 'quem tinha que estar preso está comandando o Brasil' Em entrevista à imprensa, Zema disse que só criticou o então aliado político porque ficou decepcionado com o pedido de dinheiro que Flávio fez a Daniel Vorcaro para financiar o filme sobre o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, e afirmou que não há ruptura entre eles. "Nós temos vários candidatos, pré-candidatos à Presidência. Não houve nenhuma ruptura. Houve uma manifestação dura da minha parte, que fiquei decepcionado, mas o cenário continua o mesmo. A pré-candidatura dele, a minha pré-candidatura, e tenho certeza de que, no segundo turno, nós estaremos todos juntos contra a esquerda, contra o PT." Zema também afirmou que, pelo menos da parte dele, o episódio já está superado. O político voltou a criticar o Supremo Tribunal Federal (STF), mesmo após a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR), que disse que o Senado precisa desarquivar as investigações contra ministros do Supremo. Ele também criticou o governo Lula e o plano de combate ao crime organizado apresentado pelo governo, chamando-o de "peça de facção". O ex-governador também disse que é preciso acabar com as facções criminosas e que as fábricas de dinheiro das facções não são o mercado financeiro, como quer fazer acreditar o PT, mas sim as comunidades, que são escravizadas pelos criminosos. Zema ainda voltou a defender o trabalho de jovens a partir dos 14 anos e afirmou que "se não tiverem o caderno e a carteira de trabalho na mão, vão empunhar um fuzil".

'Não houve nenhuma ruptura', diz Zema após críticas a Flávio Bolsonaro

O ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema (Novo) baixou o tom contra Flávio Bolsonaro (PL) em entrevista coletiva neste sábado (16). Ele participou de um evento do Novo de lançamento de pré-candidaturas, em Belo Horizonte. Gonet denuncia Zema por calúnia no caso de vídeos publicados com críticas aos ministros do STF Flávio Bolsonaro sobe o tom contra governo e STF: 'quem tinha que estar preso está comandando o Brasil' Em entrevista à imprensa, Zema disse que só criticou o então aliado político porque ficou decepcionado com o pedido de dinheiro que Flávio fez a Daniel Vorcaro para financiar o filme sobre o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, e afirmou que não há ruptura entre eles. "Nós temos vários candidatos, pré-candidatos à Presidência. Não houve nenhuma ruptura. Houve uma manifestação dura da minha parte, que fiquei decepcionado, mas o cenário continua o mesmo. A pré-candidatura dele, a minha pré-candidatura, e tenho certeza de que, no segundo turno, nós estaremos todos juntos contra a esquerda, contra o PT." Zema também afirmou que, pelo menos da parte dele, o episódio já está superado. O político voltou a criticar o Supremo Tribunal Federal (STF), mesmo após a denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR), que disse que o Senado precisa desarquivar as investigações contra ministros do Supremo. Ele também criticou o governo Lula e o plano de combate ao crime organizado apresentado pelo governo, chamando-o de "peça de facção". O ex-governador também disse que é preciso acabar com as facções criminosas e que as fábricas de dinheiro das facções não são o mercado financeiro, como quer fazer acreditar o PT, mas sim as comunidades, que são escravizadas pelos criminosos. Zema ainda voltou a defender o trabalho de jovens a partir dos 14 anos e afirmou que "se não tiverem o caderno e a carteira de trabalho na mão, vão empunhar um fuzil".