Trump diz que países que estão sofrendo com Ormuz devem comprar dos EUA ou conseguir próprio petróleo

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou nesta terça-feira (31) na sua rede social Truth Social que os países que enfrentam escassez de combustível de aviação devido à interrupção de circulação no Estreito de Ormuz devem ter formas de garantirem seus próprios suprimentos. Ele aprevitou a publicação para criticar o Reino Unido e também dizer para que esses países comprem suprimentos dos EUA ou 'vão até o Estreito e simplesmente tomem'. 'A todos esses países que não conseguem obter combustível de aviação por causa do Estreito de Ormuz, como o Reino Unido, que se recusou a se envolver na decapitação do Irã, tenho uma sugestão para vocês: Número 1, comprem dos EUA, temos bastante, e Número 2, criem coragem, vão até o Estreito e simplesmente TOMEM', escreveu. 'Vocês terão que começar a aprender a lutar por si mesmos, os EUA não estarão mais lá para ajudá-los, assim como vocês não estiveram lá para nos ajudar. O Irã foi, essencialmente, dizimado. A parte difícil já passou. Vão buscar seu próprio petróleo!' Milhares de paraquedistas das Forças Armadas dos Estados Unidos chegaram ao Oriente Médio. Segundo informações da agência de notícias Reuters, os soldados se somam aos 2,5 mil fuzileiros navais que desembarcaram no final de semana. As autoridades não especificaram para onde os soldados foram enviados. No começo do mês, o presidente Donald Trump havia cogitado enviar tropas terrestres ao Irã Nessa segunda (30), o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou não ter um cronograma para o fim da guerra com o país persa. O líder israelense também disse que, em parceria com Washington, Tel Aviv já atingiu mais da metade dos objetivos militares no conflito. Segundo Netanyahu, o foco agora é bombardear o estoque de urânio enriquecido iraniano. A declaração ocorreu em uma entrevista ao site norte-americano Newsmax. Trump disse a assessores que está disposto a encerrar o conflito mesmo que o Estreito de Ormuz continue fechado. As informações foram reveladas pelo jornal 'The Wall Street Journal' com base no relato de autoridades. A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que a gestão Trump tem interesse em pedir aos países árabes que paguem pelos custos da guerra com o Irã. Essa foi a primeira vez que o governo americano falou em dividir prejuízos. Em coletiva de imprensa, Leavitt disse ainda que as negociações entre os dois países continuam e estão 'progredindo bem'. Porém, ela afirmou que o que é dito pelo Irã em público 'não é o mesmo que é dito no privado'. Nessa segunda-feira (30), o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã chamou de 'fora da realidade, desproporcionais e excessivas' as propostas do presidente americano. Neste momento, as negociações são mediadas pelo Paquistão. Os Estados Unidos apresentaram uma primeira proposta de cessar-fogo, que foi rejeitada por Teerã. Depois, foi feita uma contraproposta. A porta-voz da Casa Branca relembrou ainda que restam sete dias para que acabe a pausa nos ataques dos Estados Unidos a usinas de energia do Irã. O anúncio foi feito por Trump, na quinta-feira, a pedido do governo iraniano como parte das negociações. Irã anuncia pena de morte para quem filmar ou fotografar danos causados por ataques aéreos Fogo após ataque israelense a Teerã, capital do Irã. UGC/AFP O Irã anunciou nesta terça-feira (31) que irá condenar a pena de morte qualquer pessoar que filmar ou fotografar os danos causados por ataques aéreos dentro do país. O anúncio foi feito pelo porta-voz do Judiciário iraniano, Asghar Jahangir, citado pela agência de notícias Fars. 'Para aqueles que fornecem informações ao inimigo tirando fotos ou filmando, a lei que aumenta as penas para espionagem prevê a pena de morte e o confisco de todos os bens. Quando fotografias são tiradas das áreas danificadas, o inimigo é informado de que o alvo foi localizado corretamente', declarou. Segundo ele, esse fornecimento de informações para Estados Unidos e Israel 'equivale a colaborar com o inimigo em atividades de inteligência, um crime para o qual a legislação prevê pena de morte e confisco de todos os bens'. A mídia iraniana noticiou mais de mil prisões ao longo do mês, relacionadas a indivíduos acusados ​​de filmar locais sensíveis, compartilhar conteúdo antigovernamental online ou 'cooperar com o inimigo'. O porta-voz do judiciário afirma que a legislação, aprovada no ano passado, aplica-se a atividades operacionais, de inteligência e a certas atividades de mídia consideradas de apoio a governos hostis. Ele alerta que aqueles que criarem 'medo' por meio de desinformação poderão enfrentar penas de prisão, com penalidades agravadas em tempos de guerra.

Trump diz que países que estão sofrendo com Ormuz devem comprar dos EUA ou conseguir próprio petróleo

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, publicou nesta terça-feira (31) na sua rede social Truth Social que os países que enfrentam escassez de combustível de aviação devido à interrupção de circulação no Estreito de Ormuz devem ter formas de garantirem seus próprios suprimentos. Ele aprevitou a publicação para criticar o Reino Unido e também dizer para que esses países comprem suprimentos dos EUA ou 'vão até o Estreito e simplesmente tomem'. 'A todos esses países que não conseguem obter combustível de aviação por causa do Estreito de Ormuz, como o Reino Unido, que se recusou a se envolver na decapitação do Irã, tenho uma sugestão para vocês: Número 1, comprem dos EUA, temos bastante, e Número 2, criem coragem, vão até o Estreito e simplesmente TOMEM', escreveu. 'Vocês terão que começar a aprender a lutar por si mesmos, os EUA não estarão mais lá para ajudá-los, assim como vocês não estiveram lá para nos ajudar. O Irã foi, essencialmente, dizimado. A parte difícil já passou. Vão buscar seu próprio petróleo!' Milhares de paraquedistas das Forças Armadas dos Estados Unidos chegaram ao Oriente Médio. Segundo informações da agência de notícias Reuters, os soldados se somam aos 2,5 mil fuzileiros navais que desembarcaram no final de semana. As autoridades não especificaram para onde os soldados foram enviados. No começo do mês, o presidente Donald Trump havia cogitado enviar tropas terrestres ao Irã Nessa segunda (30), o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou não ter um cronograma para o fim da guerra com o país persa. O líder israelense também disse que, em parceria com Washington, Tel Aviv já atingiu mais da metade dos objetivos militares no conflito. Segundo Netanyahu, o foco agora é bombardear o estoque de urânio enriquecido iraniano. A declaração ocorreu em uma entrevista ao site norte-americano Newsmax. Trump disse a assessores que está disposto a encerrar o conflito mesmo que o Estreito de Ormuz continue fechado. As informações foram reveladas pelo jornal 'The Wall Street Journal' com base no relato de autoridades. A porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que a gestão Trump tem interesse em pedir aos países árabes que paguem pelos custos da guerra com o Irã. Essa foi a primeira vez que o governo americano falou em dividir prejuízos. Em coletiva de imprensa, Leavitt disse ainda que as negociações entre os dois países continuam e estão 'progredindo bem'. Porém, ela afirmou que o que é dito pelo Irã em público 'não é o mesmo que é dito no privado'. Nessa segunda-feira (30), o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã chamou de 'fora da realidade, desproporcionais e excessivas' as propostas do presidente americano. Neste momento, as negociações são mediadas pelo Paquistão. Os Estados Unidos apresentaram uma primeira proposta de cessar-fogo, que foi rejeitada por Teerã. Depois, foi feita uma contraproposta. A porta-voz da Casa Branca relembrou ainda que restam sete dias para que acabe a pausa nos ataques dos Estados Unidos a usinas de energia do Irã. O anúncio foi feito por Trump, na quinta-feira, a pedido do governo iraniano como parte das negociações. Irã anuncia pena de morte para quem filmar ou fotografar danos causados por ataques aéreos Fogo após ataque israelense a Teerã, capital do Irã. UGC/AFP O Irã anunciou nesta terça-feira (31) que irá condenar a pena de morte qualquer pessoar que filmar ou fotografar os danos causados por ataques aéreos dentro do país. O anúncio foi feito pelo porta-voz do Judiciário iraniano, Asghar Jahangir, citado pela agência de notícias Fars. 'Para aqueles que fornecem informações ao inimigo tirando fotos ou filmando, a lei que aumenta as penas para espionagem prevê a pena de morte e o confisco de todos os bens. Quando fotografias são tiradas das áreas danificadas, o inimigo é informado de que o alvo foi localizado corretamente', declarou. Segundo ele, esse fornecimento de informações para Estados Unidos e Israel 'equivale a colaborar com o inimigo em atividades de inteligência, um crime para o qual a legislação prevê pena de morte e confisco de todos os bens'. A mídia iraniana noticiou mais de mil prisões ao longo do mês, relacionadas a indivíduos acusados ​​de filmar locais sensíveis, compartilhar conteúdo antigovernamental online ou 'cooperar com o inimigo'. O porta-voz do judiciário afirma que a legislação, aprovada no ano passado, aplica-se a atividades operacionais, de inteligência e a certas atividades de mídia consideradas de apoio a governos hostis. Ele alerta que aqueles que criarem 'medo' por meio de desinformação poderão enfrentar penas de prisão, com penalidades agravadas em tempos de guerra.