Tenente-coronel suspeito de feminicídio será julgado por três coronéis da PM
O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, preso sob suspeita de feminicídio e fraude processual, será julgado por três coronéis da Polícia Militar no processo que pode levar à expulsão dele da corporação. Os membros do processo administrativo chamado Conselho de Justificação foram nomeados pelo secretário da Segurança Pública de São Paulo, Osvaldo Nico Gonçalves, no dia 31 de março. Os coronéis escolhidos são Adalberto Gil Lima Mendonça, comandante do policiamento em Guarulhos e outros municípios da região; Carlos Alexandre Marques, chefe do Centro de Operações da Polícia Militar; e Marisa de Oliveira, comandante do policiamento na Zona Leste da capital paulista. O Conselho de Justificação tem prazo inicial de 30 dias, prorrogável por mais 20, assegurando direito de defesa ao acusado. Ao final, o colegiado pode concluir pela absolvição ou sugerir sanções, como a declaração de indignidade para o oficialato, com perda do posto e da patente. A aplicação das sanções, no entanto, depende de uma análise do Tribunal de Justiça Militar de São Paulo, que é responsável pela decisão final. Relembre PM Gisele Santana e o marido, o tenente-coronel Geraldo Neto Reprodução Geraldo Leite Rosa Neto está preso no Presídio Militar Romão Gomes, na Zona Norte da capital paulista. Ele é réu por feminicídio e fraude processual relacionados à morte da esposa. A soldado Gisele foi encontrada morta com um tiro na cabeça no apartamento onde o casal vivia, no Brás, em fevereiro deste ano.

O tenente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, preso sob suspeita de feminicídio e fraude processual, será julgado por três coronéis da Polícia Militar no processo que pode levar à expulsão dele da corporação. Os membros do processo administrativo chamado Conselho de Justificação foram nomeados pelo secretário da Segurança Pública de São Paulo, Osvaldo Nico Gonçalves, no dia 31 de março. Os coronéis escolhidos são Adalberto Gil Lima Mendonça, comandante do policiamento em Guarulhos e outros municípios da região; Carlos Alexandre Marques, chefe do Centro de Operações da Polícia Militar; e Marisa de Oliveira, comandante do policiamento na Zona Leste da capital paulista. O Conselho de Justificação tem prazo inicial de 30 dias, prorrogável por mais 20, assegurando direito de defesa ao acusado. Ao final, o colegiado pode concluir pela absolvição ou sugerir sanções, como a declaração de indignidade para o oficialato, com perda do posto e da patente. A aplicação das sanções, no entanto, depende de uma análise do Tribunal de Justiça Militar de São Paulo, que é responsável pela decisão final. Relembre PM Gisele Santana e o marido, o tenente-coronel Geraldo Neto Reprodução Geraldo Leite Rosa Neto está preso no Presídio Militar Romão Gomes, na Zona Norte da capital paulista. Ele é réu por feminicídio e fraude processual relacionados à morte da esposa. A soldado Gisele foi encontrada morta com um tiro na cabeça no apartamento onde o casal vivia, no Brás, em fevereiro deste ano.

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