Presidente do Irã ordena reabertura do acesso internacional à internet, diz mídia estatal
Após três meses de restrição, o presidente do Irã, Massoud Pezeshkian, ordenou a reabertura do acesso internacional a internet. A informação foi confirmada pelo chefe de relações públicas do Ministério das Comunicações do Irã, segundo a mídia estatal. De acordo com a organização de monitoramento digital NetBlocks, a maioria dos iranianos passou 87 dias desconectada da internet. O acesso à rede ficou restrito a poucos cidadãos que utilizavam VPNs avançadas e de alto custo para burlar os bloqueios estabelecidos pelo governo. O governo iraniano iniciou um bloqueio da internet em 8 de janeiro, após uma onda de protestos contra o regime em diferentes regiões do país. As conexões começaram a ser restabelecidas gradualmente em fevereiro, mas um novo apagão digital foi imposto depois do início dos ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã, em 28 de fevereiro. Mesmo em períodos sem crises, o acesso dos iranianos à internet global já é limitado pela forte censura estatal sobre diversos sites e plataformas. Nos últimos anos, as autoridades passaram a investir em uma intranet nacional para manter serviços digitais funcionando sem depender da rede mundial. O sistema é utilizado principalmente por escolas, que atualmente operam com ensino online.

Após três meses de restrição, o presidente do Irã, Massoud Pezeshkian, ordenou a reabertura do acesso internacional a internet. A informação foi confirmada pelo chefe de relações públicas do Ministério das Comunicações do Irã, segundo a mídia estatal. De acordo com a organização de monitoramento digital NetBlocks, a maioria dos iranianos passou 87 dias desconectada da internet. O acesso à rede ficou restrito a poucos cidadãos que utilizavam VPNs avançadas e de alto custo para burlar os bloqueios estabelecidos pelo governo. O governo iraniano iniciou um bloqueio da internet em 8 de janeiro, após uma onda de protestos contra o regime em diferentes regiões do país. As conexões começaram a ser restabelecidas gradualmente em fevereiro, mas um novo apagão digital foi imposto depois do início dos ataques dos Estados Unidos e de Israel ao Irã, em 28 de fevereiro. Mesmo em períodos sem crises, o acesso dos iranianos à internet global já é limitado pela forte censura estatal sobre diversos sites e plataformas. Nos últimos anos, as autoridades passaram a investir em uma intranet nacional para manter serviços digitais funcionando sem depender da rede mundial. O sistema é utilizado principalmente por escolas, que atualmente operam com ensino online.

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