Fachin diz que tem conversas com Moraes sobre encerramento do inquérito das fake news
O ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal, disse que têm conversado com o ministro Alexandre de Moraes sobre o encerramento do inquérito das fake news, que completou 7 anos neste mês. Fachin afirmou a jornalistas que cobrem o dia a dia da Corte que espera o fim da ação em um prazo razoável. Ele explicou ainda que pode encerrar o caso em uma decisão da presidência, mas que prefere que o próprio Moraes tome a decisão de encerrar as apurações. Segundo Fachin, o debate envolve outros ministros do tribunal. Segundo o presidente do STF, o inquérito cumpriu uma função importante do ponto de vista da salvaguarda de prerrogativas de ministros do STF, e que é fundamental reconhecer a relevância que o inquérito teve e que ainda pode ter, bem como o papel exercido por Moraes. De acordo com Fachin, no entanto, todo remédio pode se transformar em veneno, e a questão é saber se chegou o momento de reconhecer e de se pensar sobre o fim do inquérito. Edson Fachin afirmou ainda que acredita na aprovação neste ano de um código de ética para os ministros da Corte. Ele explicou que a ministra Cármen Lúcia, que é relatora da proposta de código de ética, está elaborando uma espécie de minuta e que ele mesmo já apresentou sugestões. “Tenho expectativa de que seja aprovado ainda este ano", disse aos jornalistas. Questionado sobre as suspeitas de envolvimento de ministros do STF nas investigações do Master, Fachin disse que a Corte não está imune a críticas. Segundo o ministro, as medidas adotadas para o Supremo também vão servir para atualizar regras para toda a magistratura. Sobre o caso das eleições no RJ, Fachin disse que vai tentar construir um "consenso possível" no julgamento que vai definir o formato das eleições no Rio de Janeiro, mas que há uma divisão entre os ministros.

O ministro Edson Fachin, presidente do Supremo Tribunal Federal, disse que têm conversado com o ministro Alexandre de Moraes sobre o encerramento do inquérito das fake news, que completou 7 anos neste mês. Fachin afirmou a jornalistas que cobrem o dia a dia da Corte que espera o fim da ação em um prazo razoável. Ele explicou ainda que pode encerrar o caso em uma decisão da presidência, mas que prefere que o próprio Moraes tome a decisão de encerrar as apurações. Segundo Fachin, o debate envolve outros ministros do tribunal. Segundo o presidente do STF, o inquérito cumpriu uma função importante do ponto de vista da salvaguarda de prerrogativas de ministros do STF, e que é fundamental reconhecer a relevância que o inquérito teve e que ainda pode ter, bem como o papel exercido por Moraes. De acordo com Fachin, no entanto, todo remédio pode se transformar em veneno, e a questão é saber se chegou o momento de reconhecer e de se pensar sobre o fim do inquérito. Edson Fachin afirmou ainda que acredita na aprovação neste ano de um código de ética para os ministros da Corte. Ele explicou que a ministra Cármen Lúcia, que é relatora da proposta de código de ética, está elaborando uma espécie de minuta e que ele mesmo já apresentou sugestões. “Tenho expectativa de que seja aprovado ainda este ano", disse aos jornalistas. Questionado sobre as suspeitas de envolvimento de ministros do STF nas investigações do Master, Fachin disse que a Corte não está imune a críticas. Segundo o ministro, as medidas adotadas para o Supremo também vão servir para atualizar regras para toda a magistratura. Sobre o caso das eleições no RJ, Fachin disse que vai tentar construir um "consenso possível" no julgamento que vai definir o formato das eleições no Rio de Janeiro, mas que há uma divisão entre os ministros.

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