Defesa pede a Moraes flexibilização das regras para visitas de advogados a Bolsonaro
A defesa de Jair Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal a flexibilização das regras de visita de seus advogados. O objetivo do pedido é realizar uma reunião preparatória para o depoimento do ex-presidente a Polícia Civil do DF, marcado para amanhã às 15h. Moraes determinou oitiva sobre o caso da arma registrada no nome do Bolsonaro apreendida em uma blitz na segunda-feira passada. Os advogados solicitam que o encontro não tenha limite de tempo, argumentando que a medida é indispensável para o pleno exercício da ampla defesa. No documento, a defesa também respondeu Moraes sobre a escolta do ex-presidente. Segundo os advogados, agentes de segurança cedidos pelo GSI não permanecem no local durante todo o período noturno e são dispensados assim que um familiar retorna. Eles também esclareceram que as condições clínicas de Bolsonaro são supervisionadas por meio de visitas médicas regulares, além do acompanhamento de familiares e funcionários. E destacaram que no parecer técnico médico apresentado em 11 de fevereiro, ficou comprovada a necessidade da manutenção do acompanhamento contínuo do quadro de saúde, o que possibilita a adoção imediata das providências necessárias diante de qualquer alteração relevante. Atualmente, Bolsonaro cumpre prisão domiciliar humanitária desde março após ser internado com broncopneumonia. O prazo do benefício termina na quarta, quando Moraes deve decidir se prorroga ou não a domiciliar.

A defesa de Jair Bolsonaro pediu ao ministro Alexandre de Moraes do Supremo Tribunal Federal a flexibilização das regras de visita de seus advogados. O objetivo do pedido é realizar uma reunião preparatória para o depoimento do ex-presidente a Polícia Civil do DF, marcado para amanhã às 15h. Moraes determinou oitiva sobre o caso da arma registrada no nome do Bolsonaro apreendida em uma blitz na segunda-feira passada. Os advogados solicitam que o encontro não tenha limite de tempo, argumentando que a medida é indispensável para o pleno exercício da ampla defesa. No documento, a defesa também respondeu Moraes sobre a escolta do ex-presidente. Segundo os advogados, agentes de segurança cedidos pelo GSI não permanecem no local durante todo o período noturno e são dispensados assim que um familiar retorna. Eles também esclareceram que as condições clínicas de Bolsonaro são supervisionadas por meio de visitas médicas regulares, além do acompanhamento de familiares e funcionários. E destacaram que no parecer técnico médico apresentado em 11 de fevereiro, ficou comprovada a necessidade da manutenção do acompanhamento contínuo do quadro de saúde, o que possibilita a adoção imediata das providências necessárias diante de qualquer alteração relevante. Atualmente, Bolsonaro cumpre prisão domiciliar humanitária desde março após ser internado com broncopneumonia. O prazo do benefício termina na quarta, quando Moraes deve decidir se prorroga ou não a domiciliar.

Comentários (0)
Comentários do Facebook