Comissão aprova acordo para acelerar discussão sobre fim escala 6x1

Os deputados da comissão especial que trata da PEC do fim da escala 6x1 aprovaram um acordo para reduzir o tempo de discussão por parlamentar para 3 minutos e derrubar o requerimento de encerramento do debate. Líder do PL na Câmara diz que partido vai defender escala 4×3 Lobista recebeu R$ 22 milhões para atrair investimentos do Rioprevidência ao Master, diz PGR A ideia, proposta pelo deputado Rubens Júnior (PT-MA), é votar o parecer favorável à escala 5x2, até o início da tarde desta quarta-feira (27). Com isso, a matéria pode seguir para o plenário assim que o relatório do deputado Léo Prates (Republicanos-BA) for aprovado. Prates e integrantes da mesa negociaram a retirada dos destaques ao texto, que poderiam prolongar o debate. Um ponto de preocupação ainda é um destaque de preferência que o PL prometeu apresentar. Na tribuna desta terça-feira (26), o líder da legenda na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), disse que o partido não apenas votará pelo fim da escala 6×1, como também vai apresentar um destaque defendendo a escala 4×3, de quatro dias de trabalho e três de descanso. Uma fonte disse à CBN que assim que aprovado o relatório na comissão especial, Motta deverá conversar com Sóstenes para tentar evitar o destaque, que tem potencial para inviabilizar a aprovação do fim da escala 6x1. PEC para estabelecer escala 5x2 A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estabelece o fim da escala 6x1 deverá ser votada nesta quarta-feira (27) pela comissão especial que trata do tema. O texto propõe duas folgas semanais, sendo uma preferencialmente aos domingos. Se aprovado, o projeto segue para plenário da Casa ainda nesta quarta. O parecer foi apresentado na segunda-feira, após um acordo fechado entre o presidente Lula e o presidente da Câmara. A proposta prevê a redução de 44 horas para 40 horas semanais de trabalho em uma transição de um ano. Os dois dias de folga por semana passarão a valer 60 dias após a promulgação, ou seja, quando entra em vigor após ser aprovado no Congresso.

Comissão aprova acordo para acelerar discussão sobre fim escala 6x1

Os deputados da comissão especial que trata da PEC do fim da escala 6x1 aprovaram um acordo para reduzir o tempo de discussão por parlamentar para 3 minutos e derrubar o requerimento de encerramento do debate. Líder do PL na Câmara diz que partido vai defender escala 4×3 Lobista recebeu R$ 22 milhões para atrair investimentos do Rioprevidência ao Master, diz PGR A ideia, proposta pelo deputado Rubens Júnior (PT-MA), é votar o parecer favorável à escala 5x2, até o início da tarde desta quarta-feira (27). Com isso, a matéria pode seguir para o plenário assim que o relatório do deputado Léo Prates (Republicanos-BA) for aprovado. Prates e integrantes da mesa negociaram a retirada dos destaques ao texto, que poderiam prolongar o debate. Um ponto de preocupação ainda é um destaque de preferência que o PL prometeu apresentar. Na tribuna desta terça-feira (26), o líder da legenda na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), disse que o partido não apenas votará pelo fim da escala 6×1, como também vai apresentar um destaque defendendo a escala 4×3, de quatro dias de trabalho e três de descanso. Uma fonte disse à CBN que assim que aprovado o relatório na comissão especial, Motta deverá conversar com Sóstenes para tentar evitar o destaque, que tem potencial para inviabilizar a aprovação do fim da escala 6x1. PEC para estabelecer escala 5x2 A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que estabelece o fim da escala 6x1 deverá ser votada nesta quarta-feira (27) pela comissão especial que trata do tema. O texto propõe duas folgas semanais, sendo uma preferencialmente aos domingos. Se aprovado, o projeto segue para plenário da Casa ainda nesta quarta. O parecer foi apresentado na segunda-feira, após um acordo fechado entre o presidente Lula e o presidente da Câmara. A proposta prevê a redução de 44 horas para 40 horas semanais de trabalho em uma transição de um ano. Os dois dias de folga por semana passarão a valer 60 dias após a promulgação, ou seja, quando entra em vigor após ser aprovado no Congresso.