Argentino é preso por suspeita de racismo contra criança de 7 anos; caso ocorreu em Tiradentes (MG)
A Polícia Civil de Minas Gerais investiga o caso de um turista argentino que foi preso, em flagrante, por suspeita de racismo contra uma criança, de apenas 7 anos, no passeio da Maria Fumaça, na cidade histórica de Tiradentes, no Campo das Vertentes. Caso Henry Borel: primeiro dia de julgamento é marcado por manobras de Jairinho para atrasar discussões Polícia Civil aguarda familiares para identificar vítimas de acidente no Norte de Minas O caso ocorreu no domingo (24), quando Eduardo Ignacio Murias, de 63 anos, foi flagrado tirando fotos e gravando vídeos do menino que estava a passeio com família no trem. O material foi compartilhado acompanhado de mensagens racistas em uma rede social, com um dos contatos do suspeito. Em um determinado momento, uma outra turista percebeu que ele tirava fotos da criança e a avisou a mãe do menino. Em entrevista à TV Globo, a mãe da vítima, que não quis se identificar, contou que é do Rio de Janeiro e que estava em Minas Gerais para comemorar o aniversário ao lado de familiares, quando foi surpreendida com a situação. "Uma pessoa desconhecida me chamou, tocando em meu ombro, e falou que esse moço estava fotografando meu filho e falando palavras ofensivas, com insinuações relacionadas à escravidão. Em todo o tempo, o homem falava que se tratava de uma brincadeira. Mas isso não é brincadeira, nunca foi", disse. Neste momento, a mulher relata que questionou o homem sobre o fato e pediu que lhe entregasse o celular. A princípio, ele disse que não tirou as fotos e recusou mostrar o telefone. Contudo, quando teve acesso ao aparelho, a mulher encontrou fotos e vídeos do filho em uma conversa. Junto com as imagens, o homem fez comentários em espanhol sobre a cor da pele do menino e insinuou que poderia levá-lo para Argentina para "ser escravo". Com a ajuda de passageiros e da equipe de segurança do trem, o homem foi contido até a chegada da Polícia Militar. A mãe da vítima e o turista foram encaminhados para a 3ª Delegacia Regional da Polícia Civil, em São João del-Rei, onde o suspeito teve a prisão confirmada. Em seguida, ele foi levado para o presídio da cidade, onde está à disposição da Justiça. Em nota enviada à CBN, a VLI, empresa que administra o transporte da Maria Fumaça, lamentou o episódio, disse que repudia o racismo e permanece à disposição das autoridades para contribuir com a investigação. Também procurado, o Tribunal de Justiça de Minas informou que o argentino passar por audiência de custódia neste momento, mas o resultado ainda não foi divulgado.

A Polícia Civil de Minas Gerais investiga o caso de um turista argentino que foi preso, em flagrante, por suspeita de racismo contra uma criança, de apenas 7 anos, no passeio da Maria Fumaça, na cidade histórica de Tiradentes, no Campo das Vertentes. Caso Henry Borel: primeiro dia de julgamento é marcado por manobras de Jairinho para atrasar discussões Polícia Civil aguarda familiares para identificar vítimas de acidente no Norte de Minas O caso ocorreu no domingo (24), quando Eduardo Ignacio Murias, de 63 anos, foi flagrado tirando fotos e gravando vídeos do menino que estava a passeio com família no trem. O material foi compartilhado acompanhado de mensagens racistas em uma rede social, com um dos contatos do suspeito. Em um determinado momento, uma outra turista percebeu que ele tirava fotos da criança e a avisou a mãe do menino. Em entrevista à TV Globo, a mãe da vítima, que não quis se identificar, contou que é do Rio de Janeiro e que estava em Minas Gerais para comemorar o aniversário ao lado de familiares, quando foi surpreendida com a situação. "Uma pessoa desconhecida me chamou, tocando em meu ombro, e falou que esse moço estava fotografando meu filho e falando palavras ofensivas, com insinuações relacionadas à escravidão. Em todo o tempo, o homem falava que se tratava de uma brincadeira. Mas isso não é brincadeira, nunca foi", disse. Neste momento, a mulher relata que questionou o homem sobre o fato e pediu que lhe entregasse o celular. A princípio, ele disse que não tirou as fotos e recusou mostrar o telefone. Contudo, quando teve acesso ao aparelho, a mulher encontrou fotos e vídeos do filho em uma conversa. Junto com as imagens, o homem fez comentários em espanhol sobre a cor da pele do menino e insinuou que poderia levá-lo para Argentina para "ser escravo". Com a ajuda de passageiros e da equipe de segurança do trem, o homem foi contido até a chegada da Polícia Militar. A mãe da vítima e o turista foram encaminhados para a 3ª Delegacia Regional da Polícia Civil, em São João del-Rei, onde o suspeito teve a prisão confirmada. Em seguida, ele foi levado para o presídio da cidade, onde está à disposição da Justiça. Em nota enviada à CBN, a VLI, empresa que administra o transporte da Maria Fumaça, lamentou o episódio, disse que repudia o racismo e permanece à disposição das autoridades para contribuir com a investigação. Também procurado, o Tribunal de Justiça de Minas informou que o argentino passar por audiência de custódia neste momento, mas o resultado ainda não foi divulgado.

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