Zanin dá prazo para acusados responderem denúncia da PGR sobre esquema de venda de sentenças no STJ
O ministro do STF, Cristiano Zanin, determinou a notificação dos denunciados, incluindo servidores do Superior Tribunal de Justiça, para que apresentem resposta à denúncia da Procuradoria-Geral da República no prazo de 15 dias. Após a apresentação das defesas, a denúncia será levada para apreciação da Primeira Turma do STF. Após escândalo com Vorcaro, Cláudio Castro desiste de candidatura ao Senado União e GDF assinam acordo para viabilizar empréstimo de R$ 6,5 bilhões para cobrir rombo do BRB A denúncia apresentada pela PGR aponta crimes como organização criminosa, corrupção, lavagem de dinheiro, exploração de prestígio e violação de sigilo profissional na investigação sobre um suposto esquema de venda de sentenças no STJ. O ministro manteve ainda as medidas cautelares já impostas aos investigados, entre elas o monitoramento eletrônico, para preservar a ordem pública e garantir a continuidade das apurações. Segundo a investigação, uma organização criminosa teria atuado entre 2019 e 2023 em um esquema de comercialização de decisões judiciais. Ao manter o caso no STF, Zanin afirmou que há investigações conexas envolvendo autoridades com foro por prerrogativa de função. O que sinaliza a investigação de ministros. O relator retirou o sigilo do processo, que passa a tramitar publicamente no STF. A PGR também pediu o arquivamento de linhas de investigação envolvendo as ministras do STJ, Nancy Andrighi e Maria Isabel Gallotti, por ausência de indícios de participação nos fatos.

O ministro do STF, Cristiano Zanin, determinou a notificação dos denunciados, incluindo servidores do Superior Tribunal de Justiça, para que apresentem resposta à denúncia da Procuradoria-Geral da República no prazo de 15 dias. Após a apresentação das defesas, a denúncia será levada para apreciação da Primeira Turma do STF. Após escândalo com Vorcaro, Cláudio Castro desiste de candidatura ao Senado União e GDF assinam acordo para viabilizar empréstimo de R$ 6,5 bilhões para cobrir rombo do BRB A denúncia apresentada pela PGR aponta crimes como organização criminosa, corrupção, lavagem de dinheiro, exploração de prestígio e violação de sigilo profissional na investigação sobre um suposto esquema de venda de sentenças no STJ. O ministro manteve ainda as medidas cautelares já impostas aos investigados, entre elas o monitoramento eletrônico, para preservar a ordem pública e garantir a continuidade das apurações. Segundo a investigação, uma organização criminosa teria atuado entre 2019 e 2023 em um esquema de comercialização de decisões judiciais. Ao manter o caso no STF, Zanin afirmou que há investigações conexas envolvendo autoridades com foro por prerrogativa de função. O que sinaliza a investigação de ministros. O relator retirou o sigilo do processo, que passa a tramitar publicamente no STF. A PGR também pediu o arquivamento de linhas de investigação envolvendo as ministras do STJ, Nancy Andrighi e Maria Isabel Gallotti, por ausência de indícios de participação nos fatos.

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