Trump dá mais '48 horas' para Irã fechar acordo ou reabrir Estreito de Ormuz e promete 'inferno'

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que 'o tempo está se esgotando' para o Irã fechar um acordo que acabasse com a guerra no Oriente Médio ou reabrir o Estreito de Ormuz. A declaração foi feita em uma publicação na rede social Truth Social. Trump escreveu que o prazo de dez dias está acabando. Ele complementa: '48 horas antes que o inferno se abata sobre eles'. 'Se lembram de quando dei ao Irã dez dias para FAZER UM ACORDO ou ABRIR O ESTREITO DE ORMIZ? O tempo está se esgotando — 48 horas antes que o inferno se abata sobre eles. Glória a DEUS!' Irã anuncia que compensará danos de bombardeios dos EUA e Israel com pedágio em Ormuz Helicópteros dos EUA fazem buscas por piloto enquanto são alvos de tiros de soldados iranianos; veja vídeo Do outro lado, o Irã não rejeitou a mediação do Paquistão e nem de nenhum outro país para negociar o fim da guerra no Oriente Médio. No entanto, exige 'condições claras' para uma paz definitiva. O ministro das Relações Exteriores, Abbas Araghchi, esclareceu isso em declaração à imprensa. Segundo ele, a posição iraniana é 'deturpada pela mídia americana'. 'Somos profundamente gratos ao Paquistão por seus esforços e nunca nos recusamos a ir a Islamabad. O que nos interessa são as condições claras para um fim definitivo e duradouro à guerra ilegal que nos está sendo imposta', completou, em declaração publicada também nas redes sociais. Destroços de caça dos EUA divulgados pelo Irã. Reprodução O Irã revelou que atingiu um segundo avião dos Estados Unidos que passava pelo Estreito de Ormuz. O primeiro avião abatido na sexta-feira (3) foi o F-15E, tripulado com dois oficiais. Até o momento, apenas um dos pilotos do caça foi resgatado. O outro piloto segue desaparecido e o Irã acredita que ele esteja escondido em algum local. Durante as buscas, dois helicópteros Blackhawk também foram atingidos por ataques iranianos, mas conseguiram sair do espaço aéreo. A TV estatal iraniana anunciou com um plantão na programação da emissora sobre o feito militar iraniano. A apresentadora indicou que os moradores deveriam ajudar a capturar os americanos. A recompensa, anunciada pela TV é de US$ 60 mil para entrega dele vivo ao Exército iraniano ou para a polícia da região. Porém, segundo a imprensa internacional, as forças americanas estão em solo pela região atrás desse outro piloto. De acordo com o Brigadeiro-General Alireza Elhami, chefe do Comando Conjunto de Defesa Aérea do Irã, o incidente é 'resultado de táticas, do uso de equipamentos modernos e de inovações nos sistemas de defesa aérea da República Islâmica'. Nenhum detalhe sobre as 'inovações' foi fornecido nas declarações divulgadas pela agência de notícias iraniana IRNA e republicadas pela rede americana. O general falou em 'confusão e desorientação para o inimigo'. Segundo uma reportagem da emissora via satélite Al Jazeera, as forças armadas iranianas estão preparadas para emboscar 'jatos e drones inimigos'. Incêndio atinge refinaria em Haifa, em Israel, após ataque do Irã e do Hezbollah. Reprodução

Trump dá mais '48 horas' para Irã fechar acordo ou reabrir Estreito de Ormuz e promete 'inferno'

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que 'o tempo está se esgotando' para o Irã fechar um acordo que acabasse com a guerra no Oriente Médio ou reabrir o Estreito de Ormuz. A declaração foi feita em uma publicação na rede social Truth Social. Trump escreveu que o prazo de dez dias está acabando. Ele complementa: '48 horas antes que o inferno se abata sobre eles'. 'Se lembram de quando dei ao Irã dez dias para FAZER UM ACORDO ou ABRIR O ESTREITO DE ORMIZ? O tempo está se esgotando — 48 horas antes que o inferno se abata sobre eles. Glória a DEUS!' Irã anuncia que compensará danos de bombardeios dos EUA e Israel com pedágio em Ormuz Helicópteros dos EUA fazem buscas por piloto enquanto são alvos de tiros de soldados iranianos; veja vídeo Do outro lado, o Irã não rejeitou a mediação do Paquistão e nem de nenhum outro país para negociar o fim da guerra no Oriente Médio. No entanto, exige 'condições claras' para uma paz definitiva. O ministro das Relações Exteriores, Abbas Araghchi, esclareceu isso em declaração à imprensa. Segundo ele, a posição iraniana é 'deturpada pela mídia americana'. 'Somos profundamente gratos ao Paquistão por seus esforços e nunca nos recusamos a ir a Islamabad. O que nos interessa são as condições claras para um fim definitivo e duradouro à guerra ilegal que nos está sendo imposta', completou, em declaração publicada também nas redes sociais. Destroços de caça dos EUA divulgados pelo Irã. Reprodução O Irã revelou que atingiu um segundo avião dos Estados Unidos que passava pelo Estreito de Ormuz. O primeiro avião abatido na sexta-feira (3) foi o F-15E, tripulado com dois oficiais. Até o momento, apenas um dos pilotos do caça foi resgatado. O outro piloto segue desaparecido e o Irã acredita que ele esteja escondido em algum local. Durante as buscas, dois helicópteros Blackhawk também foram atingidos por ataques iranianos, mas conseguiram sair do espaço aéreo. A TV estatal iraniana anunciou com um plantão na programação da emissora sobre o feito militar iraniano. A apresentadora indicou que os moradores deveriam ajudar a capturar os americanos. A recompensa, anunciada pela TV é de US$ 60 mil para entrega dele vivo ao Exército iraniano ou para a polícia da região. Porém, segundo a imprensa internacional, as forças americanas estão em solo pela região atrás desse outro piloto. De acordo com o Brigadeiro-General Alireza Elhami, chefe do Comando Conjunto de Defesa Aérea do Irã, o incidente é 'resultado de táticas, do uso de equipamentos modernos e de inovações nos sistemas de defesa aérea da República Islâmica'. Nenhum detalhe sobre as 'inovações' foi fornecido nas declarações divulgadas pela agência de notícias iraniana IRNA e republicadas pela rede americana. O general falou em 'confusão e desorientação para o inimigo'. Segundo uma reportagem da emissora via satélite Al Jazeera, as forças armadas iranianas estão preparadas para emboscar 'jatos e drones inimigos'. Incêndio atinge refinaria em Haifa, em Israel, após ataque do Irã e do Hezbollah. Reprodução