Trump afirma que Estados Unidos derrotaram 'militarmente' o Irã

Em seu discurso no jantar de Estado da Casa Branca, que contou com a presença do rei Charles III, em visita aos Estados Unidos, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o país havia 'derrotado militarmente' o Irã. 'Derrotamos militarmente esse adversário e jamais permitiremos que ele possua uma arma nuclear. Charles concorda comigo', declarou. Do outro lado, o rei, durante seu discurso, não citou a guerra no Irã em momento algum. O presidente americano prosseguiu declarando que os Estados Unidos e o Reino Unido lutaram lado a lado, 'orgulhosos e triunfantes, contra as forças do comunismo, do fascismo e da tirania'. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a ameaçar o Irã e disse, em uma postagem nas redes sociais, que “chega de bancar o bonzinho”. Trump volta a ameaçar o Irã nas redes sociais e diz: 'chega de bancar o bonzinho' Reprodução/Truth Social A declaração foi acompanhada de uma montagem feita em Inteligência Artificial em que o presidente aparece de óculos escuros, com um fuzil, em meio a explosões em um deserto. Na publicação, Trump afirmou que o Irã “não consegue se organizar” e não sabe como fechar um acordo que não envolva a questão nuclear. A mensagem faz referência direta ao travamento nas negociações entre Washington e Teerã, mediadas pelo Paquistão. Os dois lados continuam rejeitando propostas e discordando até sobre o formato das conversas - frente a frente ou por telefone. Segundo informações divulgadas pela Reuters, o presidente americano está insatisfeito com a última proposta iraniana para encerrar a guerra. O Irã sugeriu reabrir o Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de petróleo do mundo, em troca do fim do bloqueio naval dos Estados Unidos e do encerramento do conflito. Mas propôs prorrogar as discussões sobre o programa nuclear - considerado inaceitável por Washington. Enquanto isso, cresce o risco de retomada dos ataques. Família Real responde após Trump dizer que rei Charles III concorda sobre Irã ter armas nucleares Casa Branca foto de Trump e Rei Charles com legenda: 'Dois Reis' Reprodução/Redes Sociais O Palácio de Buckingham respondeu após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que o rei Charles III 'concorda' com ele que o Irã não deveria ter permissão para obter uma arma nuclear. Em um jantar de Estado na noite dessa terça-feira (28), Trump disse que os EUA 'jamais' permitiriam que esse adversário obtivesse uma arma nuclear – e sugeriu que o rei Charles compartilhava dessa opinião. 'Charles concorda comigo ainda mais do que eu mesmo', comentou o presidente americano. Depois, ele reiterou que o Irã não teria permissão para desenvolver armas nucleares. Em seus próprios comentários após o discurso de Trump, Charles não mencionou o Irã nem a guerra com o Irã. Um porta-voz do Palácio respondeu: 'O Rei está naturalmente ciente da posição de longa data e bem conhecida do seu Governo sobre a prevenção da proliferação nuclear'. Não foram relatados comentários sobre a guerra. O rei Charles e a rainha Camilla viajarão para Nova York nesta quarta-feira (29), dando continuidade à sua visita real aos Estados Unidos. Eles devem visitar o memorial do 11 de setembro antes do 25º aniversário dos ataques de 11 de setembro e se encontrar com os socorristas e familiares daqueles que morreram naquele dia.

Trump afirma que Estados Unidos derrotaram 'militarmente' o Irã

Em seu discurso no jantar de Estado da Casa Branca, que contou com a presença do rei Charles III, em visita aos Estados Unidos, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o país havia 'derrotado militarmente' o Irã. 'Derrotamos militarmente esse adversário e jamais permitiremos que ele possua uma arma nuclear. Charles concorda comigo', declarou. Do outro lado, o rei, durante seu discurso, não citou a guerra no Irã em momento algum. O presidente americano prosseguiu declarando que os Estados Unidos e o Reino Unido lutaram lado a lado, 'orgulhosos e triunfantes, contra as forças do comunismo, do fascismo e da tirania'. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a ameaçar o Irã e disse, em uma postagem nas redes sociais, que “chega de bancar o bonzinho”. Trump volta a ameaçar o Irã nas redes sociais e diz: 'chega de bancar o bonzinho' Reprodução/Truth Social A declaração foi acompanhada de uma montagem feita em Inteligência Artificial em que o presidente aparece de óculos escuros, com um fuzil, em meio a explosões em um deserto. Na publicação, Trump afirmou que o Irã “não consegue se organizar” e não sabe como fechar um acordo que não envolva a questão nuclear. A mensagem faz referência direta ao travamento nas negociações entre Washington e Teerã, mediadas pelo Paquistão. Os dois lados continuam rejeitando propostas e discordando até sobre o formato das conversas - frente a frente ou por telefone. Segundo informações divulgadas pela Reuters, o presidente americano está insatisfeito com a última proposta iraniana para encerrar a guerra. O Irã sugeriu reabrir o Estreito de Ormuz, uma das principais rotas de petróleo do mundo, em troca do fim do bloqueio naval dos Estados Unidos e do encerramento do conflito. Mas propôs prorrogar as discussões sobre o programa nuclear - considerado inaceitável por Washington. Enquanto isso, cresce o risco de retomada dos ataques. Família Real responde após Trump dizer que rei Charles III concorda sobre Irã ter armas nucleares Casa Branca foto de Trump e Rei Charles com legenda: 'Dois Reis' Reprodução/Redes Sociais O Palácio de Buckingham respondeu após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmar que o rei Charles III 'concorda' com ele que o Irã não deveria ter permissão para obter uma arma nuclear. Em um jantar de Estado na noite dessa terça-feira (28), Trump disse que os EUA 'jamais' permitiriam que esse adversário obtivesse uma arma nuclear – e sugeriu que o rei Charles compartilhava dessa opinião. 'Charles concorda comigo ainda mais do que eu mesmo', comentou o presidente americano. Depois, ele reiterou que o Irã não teria permissão para desenvolver armas nucleares. Em seus próprios comentários após o discurso de Trump, Charles não mencionou o Irã nem a guerra com o Irã. Um porta-voz do Palácio respondeu: 'O Rei está naturalmente ciente da posição de longa data e bem conhecida do seu Governo sobre a prevenção da proliferação nuclear'. Não foram relatados comentários sobre a guerra. O rei Charles e a rainha Camilla viajarão para Nova York nesta quarta-feira (29), dando continuidade à sua visita real aos Estados Unidos. Eles devem visitar o memorial do 11 de setembro antes do 25º aniversário dos ataques de 11 de setembro e se encontrar com os socorristas e familiares daqueles que morreram naquele dia.