Novo Desenrola: ao menos cinco grandes bancos ainda não iniciaram renegociação de dívidas

Começa nesta terça-feira (5) o prazo para adesão das pessoas endividadas ao novo programa Desenrola. No entanto, ao menos cinco dos principais bancos do Brasil ainda não começaram o início efetivo das renegociações de dívidas. Eles confirmaram participação na nova fase do programa, mas ressaltaram que o serviço ainda não está disponível para o público devido à necessidade de integração tecnológica, ajustes operacionais e autorização do FGO, fundo que vai dar a garantia financeira às operações. Em comunicados oficiais, as instituições justificaram a espera: Bradesco: Afirmou que "está aguardando as autorizações do Fundo de Garantia de Operações (FGO) para iniciar as renegociações dentro do novo programa". O banco disponibilizou um portal para pré-cadastro; Santander: Informou que "está realizando os testes necessários para iniciar a oferta do serviço aos clientes"; C6 Bank: Destacou que as ofertas serão liberadas "assim que estiverem devidamente estabelecidas as ferramentas tecnológicas (APIs) que permitem a conexão com o FGTS e o FGO"; Itaú Unibanco: Declarou que ainda "trabalha na implementação do Novo Desenrola" para disponibilizar as ofertas em seus canais; BTG Pactual e Banco Pan: Informaram que acompanham a regulamentação e divulgarão prazos "assim que houver definições adicionais". A CBN também entrou em contato com o Banco do Brasil e a Caixa, mas não obteve resposta. O acesso ao programa será feito pelos canais oficiais das instituições, como sites e aplicativos. O programa é voltado para brasileiros com renda de até R$ 8.105 e dívidas de até R$ 15 mil contratadas até 31 de janeiro de 2026. As condições incluem descontos de até 90%, juros limitados a 1,99% ao mês e parcelamento em 48 vezes. O governo espera renegociar R$ 58 bilhões em débitos. Prazo para adesão ao programa começa nesta terça (5) Começa nesta terça-feira (5) o prazo para adesão das pessoas endividadas ao novo programa Desenrola. O pacote vai durar três meses e deve beneficiar 20 milhões de pessoas que ganham até cinco salários mínimos. O programa tem como principal público brasileiros com dívidas no cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal, que têm os juros mais altos do mercado. O governo também prevê medidas para reduzir o endividamento de estudantes, empreendedores e agricultores. Só valem dívidas contraídas até 31 de janeiro de 2026, com atraso entre 90 dias e dois anos. A renegociação consiste em pagar os atrasados pegando outro empréstimo garantido pelo governo, com juros de no máximo 1,99% ao mês. Os descontos podem chegar a 90% da dívida original, que não pode ultrapassar os R$ 15 mil. Quem renegociar terá o nome limpo automaticamente, mas terá o CPF bloqueado para apostar em bets por um ano. Conforme a Medida Provisória assinada pelo presidente Lula, o trabalhador pode usar até 20% do FGTS - ou até R$ 1 mil do fundo, o que for maior, na renegociação. Para garantir que o FGTS seja mesmo usado para quitar dívidas, a Caixa vai transferir os valores diretamente para o banco em que o trabalhador tem dívidas. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que os bancos estão preparados para começar a renegociação a partir desta terça Segundo o Banco Central, quase 50% das famílias brasileiras estão endividadas e o comprometimento da renda chegou a 29% em fevereiro, o maior nível desde 2005. Saiba como acessar o programa neste link.

Novo Desenrola: ao menos cinco grandes bancos ainda não iniciaram renegociação de dívidas

Começa nesta terça-feira (5) o prazo para adesão das pessoas endividadas ao novo programa Desenrola. No entanto, ao menos cinco dos principais bancos do Brasil ainda não começaram o início efetivo das renegociações de dívidas. Eles confirmaram participação na nova fase do programa, mas ressaltaram que o serviço ainda não está disponível para o público devido à necessidade de integração tecnológica, ajustes operacionais e autorização do FGO, fundo que vai dar a garantia financeira às operações. Em comunicados oficiais, as instituições justificaram a espera: Bradesco: Afirmou que "está aguardando as autorizações do Fundo de Garantia de Operações (FGO) para iniciar as renegociações dentro do novo programa". O banco disponibilizou um portal para pré-cadastro; Santander: Informou que "está realizando os testes necessários para iniciar a oferta do serviço aos clientes"; C6 Bank: Destacou que as ofertas serão liberadas "assim que estiverem devidamente estabelecidas as ferramentas tecnológicas (APIs) que permitem a conexão com o FGTS e o FGO"; Itaú Unibanco: Declarou que ainda "trabalha na implementação do Novo Desenrola" para disponibilizar as ofertas em seus canais; BTG Pactual e Banco Pan: Informaram que acompanham a regulamentação e divulgarão prazos "assim que houver definições adicionais". A CBN também entrou em contato com o Banco do Brasil e a Caixa, mas não obteve resposta. O acesso ao programa será feito pelos canais oficiais das instituições, como sites e aplicativos. O programa é voltado para brasileiros com renda de até R$ 8.105 e dívidas de até R$ 15 mil contratadas até 31 de janeiro de 2026. As condições incluem descontos de até 90%, juros limitados a 1,99% ao mês e parcelamento em 48 vezes. O governo espera renegociar R$ 58 bilhões em débitos. Prazo para adesão ao programa começa nesta terça (5) Começa nesta terça-feira (5) o prazo para adesão das pessoas endividadas ao novo programa Desenrola. O pacote vai durar três meses e deve beneficiar 20 milhões de pessoas que ganham até cinco salários mínimos. O programa tem como principal público brasileiros com dívidas no cartão de crédito, cheque especial e crédito pessoal, que têm os juros mais altos do mercado. O governo também prevê medidas para reduzir o endividamento de estudantes, empreendedores e agricultores. Só valem dívidas contraídas até 31 de janeiro de 2026, com atraso entre 90 dias e dois anos. A renegociação consiste em pagar os atrasados pegando outro empréstimo garantido pelo governo, com juros de no máximo 1,99% ao mês. Os descontos podem chegar a 90% da dívida original, que não pode ultrapassar os R$ 15 mil. Quem renegociar terá o nome limpo automaticamente, mas terá o CPF bloqueado para apostar em bets por um ano. Conforme a Medida Provisória assinada pelo presidente Lula, o trabalhador pode usar até 20% do FGTS - ou até R$ 1 mil do fundo, o que for maior, na renegociação. Para garantir que o FGTS seja mesmo usado para quitar dívidas, a Caixa vai transferir os valores diretamente para o banco em que o trabalhador tem dívidas. O ministro da Fazenda, Dario Durigan, disse que os bancos estão preparados para começar a renegociação a partir desta terça Segundo o Banco Central, quase 50% das famílias brasileiras estão endividadas e o comprometimento da renda chegou a 29% em fevereiro, o maior nível desde 2005. Saiba como acessar o programa neste link.