Mendonça apresenta proposta para definir uso de IA e proibição de deepfake nas eleições

O ministro André Mendonça apresentou uma proposta nesta terça-feira para definir os critérios do uso de inteligência artificial e a proibição de deepfake durante as eleições de 2026. A tese sugerida pelo ministro proíbe conteúdos manipulados que tenham um nível de realismo ou verossimilhança capaz de enganar e gerar uma falsa percepção de que aquele vídeo ou áudio é verdadeiro. Neste caso, o conteúdo seria possível de ser classificado como deepfake e, portanto, proibido. Na tese sugerida pelo ministro, o uso de inteligência artificial que distorce a realidade entraria como deepfake que não pode ser considerado um ato permitido durante a disputa eleitoral. Na prática, a decisão, se aprovada pela Justiça Eleitoral, poderia separar o que é deepfake de caricaturas, memes e outros conteúdos que usem ferramentas de inteligência artificial, mas que não são capazes de gerar uma realidade. Agora a tese proposta por Mendonça precisa ser submetido ao plenário do TSE. A sugestão do ministro foi apresentada em uma decisão que atendeu a um pedido da campanha de Flávio, determinando a retirada de um vídeo produzido com inteligência artificial. O conteúdo vinculou o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro ao banqueiro Daniel Vorcaro, preso no escândalo do Banco Master. O plenário TSE volta a se reunir nesta quinta-feira, mas até o momento, o tema ainda não foi incluído na pauta.

Mendonça apresenta proposta para definir uso de IA e proibição de deepfake nas eleições

O ministro André Mendonça apresentou uma proposta nesta terça-feira para definir os critérios do uso de inteligência artificial e a proibição de deepfake durante as eleições de 2026. A tese sugerida pelo ministro proíbe conteúdos manipulados que tenham um nível de realismo ou verossimilhança capaz de enganar e gerar uma falsa percepção de que aquele vídeo ou áudio é verdadeiro. Neste caso, o conteúdo seria possível de ser classificado como deepfake e, portanto, proibido. Na tese sugerida pelo ministro, o uso de inteligência artificial que distorce a realidade entraria como deepfake que não pode ser considerado um ato permitido durante a disputa eleitoral. Na prática, a decisão, se aprovada pela Justiça Eleitoral, poderia separar o que é deepfake de caricaturas, memes e outros conteúdos que usem ferramentas de inteligência artificial, mas que não são capazes de gerar uma realidade. Agora a tese proposta por Mendonça precisa ser submetido ao plenário do TSE. A sugestão do ministro foi apresentada em uma decisão que atendeu a um pedido da campanha de Flávio, determinando a retirada de um vídeo produzido com inteligência artificial. O conteúdo vinculou o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro ao banqueiro Daniel Vorcaro, preso no escândalo do Banco Master. O plenário TSE volta a se reunir nesta quinta-feira, mas até o momento, o tema ainda não foi incluído na pauta.