Mais de 90 ações da defesa de Lula, PT e aliados miram o uso irregular de inteligência artificial

A corrida presidencial de 2026 já movimenta intensamente os tribunais superiores antes mesmo do início oficial da campanha. Um relatório jurídico encomendado pela campanha de Lula, que a CBN teve acesso com exclusividade, consolidado nesta sexta-feira (14), mostra que a defesa do presidente, do PT e da Federação Brasil da Esperança, já ingressaram com mais de 90 medidas judiciais. O foco principal dessas representações é o combate ao uso irregular de inteligência artificial. Alcolumbre determina envio de propostas prioritárias do governo para análise do Senado Campanhas eleitorais começam neste fim de semana com atos dos candidatos à Presidência Segundo o documento, vídeos manipulados, os chamados deepfakes, vêm sendo utilizados para criar campanhas de desinformação. Um dos vídeos sintéticos questionado é o do ex-presidente Jair Bolsonaro, que foi exibido na formalização do senador Flávio Bolsonaro como candidato à presidência no dia 25 de julho. Na quarta (12), o PT enviou uma manifestação ao Tribunal Superior Eleitoral para rebater a defesa do candidato do PL, que havia afirmado na segunda-feira (10) não haver intenção de enganar o eleitor com a peça. Para os advogados do PT, o uso do chamado deepfake é irregular e fere as regras do TSE independentemente de qualquer intenção. A defesa petista acusa sobretudo Flávio Bolsonaro, parlamentares da oposição e o Partido Liberal de promoverem propaganda antecipada negativa, tentando associar falsamente o presidente Lula a facções criminosas e a escândalos financeiros. Das medidas adotadas pelo partido, 79 tramitam diretamente no TSE e outras sete envolvem acionamentos ao STF, à PGR e à Polícia Federal.  Por outro lado, quando o presidente Lula e seu partido são os alvos de questionamentos na Justiça, o relatório aponta que 40 ações foram movidas contra a sigla e o chefe do Executivo. 38 são representações ao TSE e TRE de São Paulo. Partidos de oposição concentram suas acusações em suposta propaganda eleitoral antecipada e uso da máquina pública. Os processos questionam, em sua maioria, declarações do presidente durante eventos oficiais do Governo Federal, alegando que Lula estaria utilizando a estrutura do Estado para pedir votos e promover aliados políticos de forma extemporânea.

Mais de 90 ações da defesa de Lula, PT e aliados miram o uso irregular de inteligência artificial

A corrida presidencial de 2026 já movimenta intensamente os tribunais superiores antes mesmo do início oficial da campanha. Um relatório jurídico encomendado pela campanha de Lula, que a CBN teve acesso com exclusividade, consolidado nesta sexta-feira (14), mostra que a defesa do presidente, do PT e da Federação Brasil da Esperança, já ingressaram com mais de 90 medidas judiciais. O foco principal dessas representações é o combate ao uso irregular de inteligência artificial. Alcolumbre determina envio de propostas prioritárias do governo para análise do Senado Campanhas eleitorais começam neste fim de semana com atos dos candidatos à Presidência Segundo o documento, vídeos manipulados, os chamados deepfakes, vêm sendo utilizados para criar campanhas de desinformação. Um dos vídeos sintéticos questionado é o do ex-presidente Jair Bolsonaro, que foi exibido na formalização do senador Flávio Bolsonaro como candidato à presidência no dia 25 de julho. Na quarta (12), o PT enviou uma manifestação ao Tribunal Superior Eleitoral para rebater a defesa do candidato do PL, que havia afirmado na segunda-feira (10) não haver intenção de enganar o eleitor com a peça. Para os advogados do PT, o uso do chamado deepfake é irregular e fere as regras do TSE independentemente de qualquer intenção. A defesa petista acusa sobretudo Flávio Bolsonaro, parlamentares da oposição e o Partido Liberal de promoverem propaganda antecipada negativa, tentando associar falsamente o presidente Lula a facções criminosas e a escândalos financeiros. Das medidas adotadas pelo partido, 79 tramitam diretamente no TSE e outras sete envolvem acionamentos ao STF, à PGR e à Polícia Federal.  Por outro lado, quando o presidente Lula e seu partido são os alvos de questionamentos na Justiça, o relatório aponta que 40 ações foram movidas contra a sigla e o chefe do Executivo. 38 são representações ao TSE e TRE de São Paulo. Partidos de oposição concentram suas acusações em suposta propaganda eleitoral antecipada e uso da máquina pública. Os processos questionam, em sua maioria, declarações do presidente durante eventos oficiais do Governo Federal, alegando que Lula estaria utilizando a estrutura do Estado para pedir votos e promover aliados políticos de forma extemporânea.