Secretário de Trump afirma que EUA realização 'ataque devastador' caso Irã atinja barcos americanos
O secretário de Guerra dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afirmou em uma coletiva de imprensa no Pentágono nesta terça-feira (5) que Washington não busca um conflito com o Irã, apesar do aumento das tensões no Estreito de Ormuz. 'Não estamos buscando uma luta', defendeu, acrescentando que os Estados Unidos têm como objetivo proteger a navegação da agressão iraniana. Ele afirmou que o Irã 'tem assediado navios há muito tempo' e o chamou de 'o agressor declarado', ao mesmo tempo em que enfatizou que Teerã não controla essa via navegável estratégica. Além disso, Hegseth defendeu que se o 'Irã atacar navios mercantes e embarcações comerciais americanas, enfrentará um ataque devastador'. Hegseth afirmou que os Estados Unidos não precisariam entrar no espaço aéreo ou nas águas territoriais iranianas para reabrir o estreito, acrescentando que centenas de navios estavam se preparando para transitar pela rota. Ele também defendeu que o esforço dos EUA para garantir a segurança da navegação, denominado Operação Projeto Liberdade, é temporário e independente de operações militares mais amplas. Trump afirma que guerra no Irã pode durar mais duas ou três semanas, mas diz que tempo não é importante Donald Trump, presidente dos Estados Unidos Divulgação/Casa Branca Durante uma entrevista ao jornalista Hugh Hewitt, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deu um possível novo prazo para o final da guerra no Irã. Apesar de dizer que o 'tempo não é essencial para nós' e que não está agindo sob essa pressão, o republicano defendeu que o conflito pode continuar por 'provavelmente mais duas semanas' ou 'talvez três semanas'. 'Ou fazemos o acordo certo ou vencemos com muita facilidade. Do ponto de vista militar, já vencemos. Vocês já me ouviram dizer isso um milhão de vezes, e outras pessoas também. Eles tinham 159 navios. Agora não têm nenhum. Estão todos no fundo do mar', disse Trump. O presidente não chegou a confirmar se o Irã violou o cessar-fogo, dizendo 'veremos o que acontece' e, em vez disso, exaltando as capacidades militares dos EUA. O presidente afirmou que os EUA têm 'controle' sobre o Estreito de Ormuz em meio ao lançamento da operação 'Projeto Liberdade'. 'Eles disseram que iriam tomar o Estreito de Ormuz, e nós pensamos que talvez tivessem conseguido. Nós o tomamos deles', disse o presidente americano sobre o Irã. Sobre as preocupações com a alta dos preços do petróleo, Trump disse acreditar que os preços poderiam subir ainda mais, alegando que o 'gênio' por trás disso era o fato de navios estarem agora se dirigindo aos EUA em busca de petróleo. Questionado sobre o futuro do estoque de urânio enriquecido do Irã, Trump minimizou a importância. 'Do ponto de vista do valor, não é muito valioso. Provavelmente não pode ser usado. Eles podem não conseguir obtê-lo. Eu gostaria de recuperá-lo para que eles não sejam tentados", disse Trump sobre o urânio enriquecido', completou.

O secretário de Guerra dos Estados Unidos, Pete Hegseth, afirmou em uma coletiva de imprensa no Pentágono nesta terça-feira (5) que Washington não busca um conflito com o Irã, apesar do aumento das tensões no Estreito de Ormuz. 'Não estamos buscando uma luta', defendeu, acrescentando que os Estados Unidos têm como objetivo proteger a navegação da agressão iraniana. Ele afirmou que o Irã 'tem assediado navios há muito tempo' e o chamou de 'o agressor declarado', ao mesmo tempo em que enfatizou que Teerã não controla essa via navegável estratégica. Além disso, Hegseth defendeu que se o 'Irã atacar navios mercantes e embarcações comerciais americanas, enfrentará um ataque devastador'. Hegseth afirmou que os Estados Unidos não precisariam entrar no espaço aéreo ou nas águas territoriais iranianas para reabrir o estreito, acrescentando que centenas de navios estavam se preparando para transitar pela rota. Ele também defendeu que o esforço dos EUA para garantir a segurança da navegação, denominado Operação Projeto Liberdade, é temporário e independente de operações militares mais amplas. Trump afirma que guerra no Irã pode durar mais duas ou três semanas, mas diz que tempo não é importante Donald Trump, presidente dos Estados Unidos Divulgação/Casa Branca Durante uma entrevista ao jornalista Hugh Hewitt, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deu um possível novo prazo para o final da guerra no Irã. Apesar de dizer que o 'tempo não é essencial para nós' e que não está agindo sob essa pressão, o republicano defendeu que o conflito pode continuar por 'provavelmente mais duas semanas' ou 'talvez três semanas'. 'Ou fazemos o acordo certo ou vencemos com muita facilidade. Do ponto de vista militar, já vencemos. Vocês já me ouviram dizer isso um milhão de vezes, e outras pessoas também. Eles tinham 159 navios. Agora não têm nenhum. Estão todos no fundo do mar', disse Trump. O presidente não chegou a confirmar se o Irã violou o cessar-fogo, dizendo 'veremos o que acontece' e, em vez disso, exaltando as capacidades militares dos EUA. O presidente afirmou que os EUA têm 'controle' sobre o Estreito de Ormuz em meio ao lançamento da operação 'Projeto Liberdade'. 'Eles disseram que iriam tomar o Estreito de Ormuz, e nós pensamos que talvez tivessem conseguido. Nós o tomamos deles', disse o presidente americano sobre o Irã. Sobre as preocupações com a alta dos preços do petróleo, Trump disse acreditar que os preços poderiam subir ainda mais, alegando que o 'gênio' por trás disso era o fato de navios estarem agora se dirigindo aos EUA em busca de petróleo. Questionado sobre o futuro do estoque de urânio enriquecido do Irã, Trump minimizou a importância. 'Do ponto de vista do valor, não é muito valioso. Provavelmente não pode ser usado. Eles podem não conseguir obtê-lo. Eu gostaria de recuperá-lo para que eles não sejam tentados", disse Trump sobre o urânio enriquecido', completou.

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