Justiça condena réus acusados por maior chacina do DF, que matou 10 pessoas da mesma família

Após seis dias de julgamento, o Tribunal do Júri de Planaltina, a cerca de 40km do centro de Brasília, condenou todos os cinco réus acusados pela chacina que deixou 10 pessoas de uma mesma família mortas. O caso é considerado a maior chacina do DF. As pemas somadas de todos os condenados agora ultrapassam 1.200 anos de prisão Três reús, Gideon Batista de Menezes, Carlomam dos Santos Nogueira e Horácio Carlos Ferreira Barbosa, tiveram penas que passam de 300 anos de prisão. Fabrício Silva Canhedo foi condenado a 202 anos. Já Carlos Henrique Alves da Silva foi condenado a 2 anos. Ele deve ser colocado em liberdade. Gideon Batista de Menezes, apontado pelo Ministério Público como o líder do grupo, pegou a maior pena, de 397 anos, por todos os crimes, incluindo homicídios, extorsão mediante sequestro, ocultação de cadáver, roubo, corrupção de menores e associação criminosa. A chacina, de 10 pessoas da mesma família, incluindo crianças, foi motivada pela posse de uma chácara avaliada em cerca de R$ 2 milhões, na região do Paranoá, onde algumas das vítimas moravam. Mesmo antes dos crimes, as terras já eram alvo de uma disputa na Justiça. O caso começou com o desaparecimento da cabeleireira Elizamar da Silva, de 39 anos, e de seus três filhos, após ela sair para buscar o marido, Thiago Belchior. No dia seguinte, o carro da família foi encontrado com quatro corpos carbonizados perto de Cristalina, município de Goiás, no entorno do DF. Nos dias seguintes, outros parentes também desapareceram, e as investigações revelaram uma sequência de assassinatos que vitimou dez pessoas da mesma família. Os corpos foram sendo localizados em diferentes pontos, alguns carbonizados e outros enterrados, o caso chocou pela brutalidade e pela quantidade de vítimas.

Justiça condena réus acusados por maior chacina do DF, que matou 10 pessoas da mesma família

Após seis dias de julgamento, o Tribunal do Júri de Planaltina, a cerca de 40km do centro de Brasília, condenou todos os cinco réus acusados pela chacina que deixou 10 pessoas de uma mesma família mortas. O caso é considerado a maior chacina do DF. As pemas somadas de todos os condenados agora ultrapassam 1.200 anos de prisão Três reús, Gideon Batista de Menezes, Carlomam dos Santos Nogueira e Horácio Carlos Ferreira Barbosa, tiveram penas que passam de 300 anos de prisão. Fabrício Silva Canhedo foi condenado a 202 anos. Já Carlos Henrique Alves da Silva foi condenado a 2 anos. Ele deve ser colocado em liberdade. Gideon Batista de Menezes, apontado pelo Ministério Público como o líder do grupo, pegou a maior pena, de 397 anos, por todos os crimes, incluindo homicídios, extorsão mediante sequestro, ocultação de cadáver, roubo, corrupção de menores e associação criminosa. A chacina, de 10 pessoas da mesma família, incluindo crianças, foi motivada pela posse de uma chácara avaliada em cerca de R$ 2 milhões, na região do Paranoá, onde algumas das vítimas moravam. Mesmo antes dos crimes, as terras já eram alvo de uma disputa na Justiça. O caso começou com o desaparecimento da cabeleireira Elizamar da Silva, de 39 anos, e de seus três filhos, após ela sair para buscar o marido, Thiago Belchior. No dia seguinte, o carro da família foi encontrado com quatro corpos carbonizados perto de Cristalina, município de Goiás, no entorno do DF. Nos dias seguintes, outros parentes também desapareceram, e as investigações revelaram uma sequência de assassinatos que vitimou dez pessoas da mesma família. Os corpos foram sendo localizados em diferentes pontos, alguns carbonizados e outros enterrados, o caso chocou pela brutalidade e pela quantidade de vítimas.