Trump cancela viagem de diplomatas ao Paquistão para negociações com o Irã
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, cancelou a viagem de diplomatas americanos ao Paquistão para negociações de paz com o Irã. Irã afirma que EUA buscam saída 'honrosa' da guerra Irã entrega lista oficial de exigências e reforça que não aceita negociações diretas com os EUA Nas redes sociais, ele definiu que seria "muito tempo perdido com viagem enquanto há uma guerra tremenda em andamento". A decisão interrompe uma tentativa de avanço diplomático direto, mas segundo Trump, não significa qualquer retomada da guerra. O presidente relatou à TV americana que "ainda não pensou sobre o assunto", mas que os representantes do Irã "podem ligar a qualquer hora que quiserem". O novo posicionamento de Trump está alinhado à posição do governo iraniano, que disse não querer negociar "cara a cara" com os Estados Unidos. Jared Kushner e Steve Witkoff iriam ao Paquistão, onde participariam de conversas com representantes iranianos. Mais cedo, chanceler iraniano visitou o Paquistão e apresentou uma lista de exigências para o fim da guerra. A lista inclui garantias de segurança, fim das sanções, compensações pelos danos da guerra e, principalmente, manutenção do programa nuclear, com a permanência do urânio enriquecido. Abbas Aragchi viajou a Omã para tratar da guerra e classificou a visita como “muito frutífera”. Os Estados Unidos ainda não confirmaram se vão atender a esses pontos. Israel mantém ataques no sul do Líbano apesar de cessar-fogo com o Hezbollah O conflito continua em outras frentes. Israel mantém ataques no sul do Líbano, mesmo após a extensão do cessar-fogo com o Hezbollah. Nas últimas horas, aviões israelenses realizaram novos bombardeios na cidade de Kunin. Desde o início da escalada, o Líbano já registra quase 2.500 mortos e mais de 7.700 feridos. Mais de 120 mil pessoas estão deslocadas e vivem em abrigos. O Hezbollah, por sua vez, afirma ter atingido um veículo israelense em resposta.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, cancelou a viagem de diplomatas americanos ao Paquistão para negociações de paz com o Irã. Irã afirma que EUA buscam saída 'honrosa' da guerra Irã entrega lista oficial de exigências e reforça que não aceita negociações diretas com os EUA Nas redes sociais, ele definiu que seria "muito tempo perdido com viagem enquanto há uma guerra tremenda em andamento". A decisão interrompe uma tentativa de avanço diplomático direto, mas segundo Trump, não significa qualquer retomada da guerra. O presidente relatou à TV americana que "ainda não pensou sobre o assunto", mas que os representantes do Irã "podem ligar a qualquer hora que quiserem". O novo posicionamento de Trump está alinhado à posição do governo iraniano, que disse não querer negociar "cara a cara" com os Estados Unidos. Jared Kushner e Steve Witkoff iriam ao Paquistão, onde participariam de conversas com representantes iranianos. Mais cedo, chanceler iraniano visitou o Paquistão e apresentou uma lista de exigências para o fim da guerra. A lista inclui garantias de segurança, fim das sanções, compensações pelos danos da guerra e, principalmente, manutenção do programa nuclear, com a permanência do urânio enriquecido. Abbas Aragchi viajou a Omã para tratar da guerra e classificou a visita como “muito frutífera”. Os Estados Unidos ainda não confirmaram se vão atender a esses pontos. Israel mantém ataques no sul do Líbano apesar de cessar-fogo com o Hezbollah O conflito continua em outras frentes. Israel mantém ataques no sul do Líbano, mesmo após a extensão do cessar-fogo com o Hezbollah. Nas últimas horas, aviões israelenses realizaram novos bombardeios na cidade de Kunin. Desde o início da escalada, o Líbano já registra quase 2.500 mortos e mais de 7.700 feridos. Mais de 120 mil pessoas estão deslocadas e vivem em abrigos. O Hezbollah, por sua vez, afirma ter atingido um veículo israelense em resposta.

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