Trump afirma que guerra no Irã pode durar mais duas ou três semanas, mas diz que tempo não é importante
Durante uma entrevista ao jornalista Hugh Hewitt, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deu um possível novo prazo para o final da guerra no Irã. Apesar de dizer que o 'tempo não é essencial para nós' e que não está agindo sob essa pressão, o republicano defendeu que o conflito pode continuar por 'provavelmente mais duas semanas' ou 'talvez três semanas'. 'Ou fazemos o acordo certo ou vencemos com muita facilidade. Do ponto de vista militar, já vencemos. Vocês já me ouviram dizer isso um milhão de vezes, e outras pessoas também. Eles tinham 159 navios. Agora não têm nenhum. Estão todos no fundo do mar', disse Trump. O presidente não chegou a confirmar se o Irã violou o cessar-fogo, dizendo 'veremos o que acontece' e, em vez disso, exaltando as capacidades militares dos EUA. O presidente afirmou que os EUA têm 'controle' sobre o Estreito de Ormuz em meio ao lançamento da operação 'Projeto Liberdade'. 'Eles disseram que iriam tomar o Estreito de Ormuz, e nós pensamos que talvez tivessem conseguido. Nós o tomamos deles', disse o presidente americano sobre o Irã. Sobre as preocupações com a alta dos preços do petróleo, Trump disse acreditar que os preços poderiam subir ainda mais, alegando que o 'gênio' por trás disso era o fato de navios estarem agora se dirigindo aos EUA em busca de petróleo. Questionado sobre o futuro do estoque de urânio enriquecido do Irã, Trump minimizou a importância. 'Do ponto de vista do valor, não é muito valioso. Provavelmente não pode ser usado. Eles podem não conseguir obtê-lo. Eu gostaria de recuperá-lo para que eles não sejam tentados", disse Trump sobre o urânio enriquecido', completou. Dois navios dos EUA atravessam Ormuz após escaparem de ataque do Irã, afirma TV Embarcação no Estreito de Ormuz. PUNIT PARANJPE /AFP Dois destróieres da Marinha dos EUA atravessaram o Estreito de Ormuz e entraram no Golfo Pérsico após escaparem de um ataque iraniano, segundo autoridades de defesa americanas que falaram à CBS sob condição de anonimato. O USS Truxtun e o USS Mason, apoiados por helicópteros Apache e outras aeronaves, enfrentaram uma série de ameaças coordenadas durante a travessia, disseram as autoridades. O Irã lançou pequenas embarcações, mísseis e drones contra eles no que as autoridades descreveram como um bombardeio contínuo. Apesar da intensidade dos ataques, nenhum dos navios americanos foi atingido. Autoridades militares disseram que as medidas defensivas, reforçadas pelo apoio aéreo, interceptaram ou repeliram com sucesso todas as ameaças. Eles ainda acrescentaram que nenhum projétil disparado atingiu os navios. Em meio a isso, o Irã acusou os Estados Unidos de matar cinco civis ontem durante um ataque a duas embarcações com passageiros no Estreito de Ormuz. 'Após a falsa alegação dos militares americanos de que alvejaram seis lanchas rápidas iranianas', veio à tona que 'atacantes americanos atacaram e abriram fogo contra duas pequenas embarcações com pessoas a bordo, que seguiam de Khasab, na costa omanita, para a costa iraniana, matando cinco civis', disse uma fonte militar iraniana citada pela agência de notícias Tasnim. Ainda enfatiza que 'as embarcações não pertenciam à Guarda Revolucionária'. Nessa segunda-feira (4), os EUA reivindicaram a responsabilidade pelo afundamento de seis embarcações iranianas 'que tentavam interferir na navegação comercial' em Ormuz, alegação imediatamente negada por um alto funcionário militar iraniano. 'O Irã iniciou uma investigação sobre os ataques às embarcações', acrescentou a fonte iraniana à Tasnim, ressaltando que 'os Estados Unidos devem ser responsabilizados por seu crime'.

Durante uma entrevista ao jornalista Hugh Hewitt, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, deu um possível novo prazo para o final da guerra no Irã. Apesar de dizer que o 'tempo não é essencial para nós' e que não está agindo sob essa pressão, o republicano defendeu que o conflito pode continuar por 'provavelmente mais duas semanas' ou 'talvez três semanas'. 'Ou fazemos o acordo certo ou vencemos com muita facilidade. Do ponto de vista militar, já vencemos. Vocês já me ouviram dizer isso um milhão de vezes, e outras pessoas também. Eles tinham 159 navios. Agora não têm nenhum. Estão todos no fundo do mar', disse Trump. O presidente não chegou a confirmar se o Irã violou o cessar-fogo, dizendo 'veremos o que acontece' e, em vez disso, exaltando as capacidades militares dos EUA. O presidente afirmou que os EUA têm 'controle' sobre o Estreito de Ormuz em meio ao lançamento da operação 'Projeto Liberdade'. 'Eles disseram que iriam tomar o Estreito de Ormuz, e nós pensamos que talvez tivessem conseguido. Nós o tomamos deles', disse o presidente americano sobre o Irã. Sobre as preocupações com a alta dos preços do petróleo, Trump disse acreditar que os preços poderiam subir ainda mais, alegando que o 'gênio' por trás disso era o fato de navios estarem agora se dirigindo aos EUA em busca de petróleo. Questionado sobre o futuro do estoque de urânio enriquecido do Irã, Trump minimizou a importância. 'Do ponto de vista do valor, não é muito valioso. Provavelmente não pode ser usado. Eles podem não conseguir obtê-lo. Eu gostaria de recuperá-lo para que eles não sejam tentados", disse Trump sobre o urânio enriquecido', completou. Dois navios dos EUA atravessam Ormuz após escaparem de ataque do Irã, afirma TV Embarcação no Estreito de Ormuz. PUNIT PARANJPE /AFP Dois destróieres da Marinha dos EUA atravessaram o Estreito de Ormuz e entraram no Golfo Pérsico após escaparem de um ataque iraniano, segundo autoridades de defesa americanas que falaram à CBS sob condição de anonimato. O USS Truxtun e o USS Mason, apoiados por helicópteros Apache e outras aeronaves, enfrentaram uma série de ameaças coordenadas durante a travessia, disseram as autoridades. O Irã lançou pequenas embarcações, mísseis e drones contra eles no que as autoridades descreveram como um bombardeio contínuo. Apesar da intensidade dos ataques, nenhum dos navios americanos foi atingido. Autoridades militares disseram que as medidas defensivas, reforçadas pelo apoio aéreo, interceptaram ou repeliram com sucesso todas as ameaças. Eles ainda acrescentaram que nenhum projétil disparado atingiu os navios. Em meio a isso, o Irã acusou os Estados Unidos de matar cinco civis ontem durante um ataque a duas embarcações com passageiros no Estreito de Ormuz. 'Após a falsa alegação dos militares americanos de que alvejaram seis lanchas rápidas iranianas', veio à tona que 'atacantes americanos atacaram e abriram fogo contra duas pequenas embarcações com pessoas a bordo, que seguiam de Khasab, na costa omanita, para a costa iraniana, matando cinco civis', disse uma fonte militar iraniana citada pela agência de notícias Tasnim. Ainda enfatiza que 'as embarcações não pertenciam à Guarda Revolucionária'. Nessa segunda-feira (4), os EUA reivindicaram a responsabilidade pelo afundamento de seis embarcações iranianas 'que tentavam interferir na navegação comercial' em Ormuz, alegação imediatamente negada por um alto funcionário militar iraniano. 'O Irã iniciou uma investigação sobre os ataques às embarcações', acrescentou a fonte iraniana à Tasnim, ressaltando que 'os Estados Unidos devem ser responsabilizados por seu crime'.

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