MPRJ denuncia Marcinho VP, esposa e rapper Oruam por organização criminosa e lavagem de dinheiro

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou à Justiça o traficante Márcio Santos Nepumuceno, o Marcinho VP, a mulher, Marcia Gama Nepomuceno, e o filho Mauro Nepomuceno, que é o cantor Oruam. Além deles, outras nove pessoas também foram denunciadas. Todos por crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro. A promotoria afirma que o grupo atua na lavagem de dinheiro que vem do tráfico de drogas em comunidades cariocas. Também demonstra que Marcinho VP ainda exerce relevante influência hierárquica no Comando Vermelho, coordenando recursos financeiros e estratégias para a expansão da organização criminosa, mesmo estando preso há mais de 20 anos. De acordo com a denúncia, a gestora financeira do grupo é Marcia Nepomuceno. As investigações apontam que ela recebia regularmente dinheiro em espécie de outros traficantes do Comando Vermelho, entre eles Edgar Alves de Andrade, o Doca, e Wilton Carlos Rabello Quintanilha, o Abelha; e Luciano Martiniano, vulgo Pezão. Os três eram alvos da megaoperação das polícias do Rio em outubro do ano passado que terminou com 122 mortes, mas estão foragidos. Para ocultar o patrimônio, ainda segundo o MP, Marcia Nepomuceno adquiriu e administrava estabelecimentos comerciais, imóveis e até mesmo fazendas. A promotoria ressalta que Oruam era beneficiário direto, uma vez que recebia dinheiro ilícito e se utilizava da carreira musical para dissimular o dinheiro obtido nas atividades criminosas da organização. Segundo a ação penal, Oruam recebeu dinheiro de traficantes como Doca e Pezão para despesas pessoais, viagens, festas e investimentos. Na quarta-feira, a Polícia Civil do Rio realizou uma operação na quarta-feira para cumprir mandados de prisão e busca e apreensão contra os denunciados. O rapper é procurado desde o início de fevereiro por violações na tornozeleira eletrônica e segue foragido. A mãe e o irmão dele também não foram localizados. A CBN procurou a defesa dos citados, mas eles não se manifestaram.

MPRJ denuncia Marcinho VP, esposa e rapper Oruam por organização criminosa e lavagem de dinheiro

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou à Justiça o traficante Márcio Santos Nepumuceno, o Marcinho VP, a mulher, Marcia Gama Nepomuceno, e o filho Mauro Nepomuceno, que é o cantor Oruam. Além deles, outras nove pessoas também foram denunciadas. Todos por crimes de organização criminosa e lavagem de dinheiro. A promotoria afirma que o grupo atua na lavagem de dinheiro que vem do tráfico de drogas em comunidades cariocas. Também demonstra que Marcinho VP ainda exerce relevante influência hierárquica no Comando Vermelho, coordenando recursos financeiros e estratégias para a expansão da organização criminosa, mesmo estando preso há mais de 20 anos. De acordo com a denúncia, a gestora financeira do grupo é Marcia Nepomuceno. As investigações apontam que ela recebia regularmente dinheiro em espécie de outros traficantes do Comando Vermelho, entre eles Edgar Alves de Andrade, o Doca, e Wilton Carlos Rabello Quintanilha, o Abelha; e Luciano Martiniano, vulgo Pezão. Os três eram alvos da megaoperação das polícias do Rio em outubro do ano passado que terminou com 122 mortes, mas estão foragidos. Para ocultar o patrimônio, ainda segundo o MP, Marcia Nepomuceno adquiriu e administrava estabelecimentos comerciais, imóveis e até mesmo fazendas. A promotoria ressalta que Oruam era beneficiário direto, uma vez que recebia dinheiro ilícito e se utilizava da carreira musical para dissimular o dinheiro obtido nas atividades criminosas da organização. Segundo a ação penal, Oruam recebeu dinheiro de traficantes como Doca e Pezão para despesas pessoais, viagens, festas e investimentos. Na quarta-feira, a Polícia Civil do Rio realizou uma operação na quarta-feira para cumprir mandados de prisão e busca e apreensão contra os denunciados. O rapper é procurado desde o início de fevereiro por violações na tornozeleira eletrônica e segue foragido. A mãe e o irmão dele também não foram localizados. A CBN procurou a defesa dos citados, mas eles não se manifestaram.