Mendonça derruba sigilo de mais investigações ligadas ao caso Master
O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o levantamento do sigilo de investigações relacionadas ao banqueiro Daniel Vorcaro e ao caso Banco Master. A decisão inclui inquéritos ligados ao caso Dark Horse e investigações envolvendo o senador Ciro Nogueira, o senador Jaques Wagner, o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro e candidato à presidência Flávio Bolsonaro Os documentos e demais elementos de prova ainda estão sendo disponibilizados pelo Supremo, mas o levantamento do sigilo dos inquéritos já foi confirmado. Mendonça mantém afastamento de dirigentes da PF Em outra decisão, Mendonça rejeitou o pedido da União para suspender o afastamento preventivo do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência, Leandro Almada. O ministro defendeu a manutenção da medida e afirmou que ela não invade a competência do presidente da República para nomear e exonerar integrantes da cúpula da PF. Mendonça citou jurisprudência do Supremo que permite o afastamento cautelar de servidores públicos e afirmou que, no caso da Polícia Federal, a medida está prevista na legislação disciplinar diante de indícios de infrações. O ministro também rejeitou o argumento de que a saída dos dois dirigentes provocaria uma grave desorganização na Polícia Federal.

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o levantamento do sigilo de investigações relacionadas ao banqueiro Daniel Vorcaro e ao caso Banco Master. A decisão inclui inquéritos ligados ao caso Dark Horse e investigações envolvendo o senador Ciro Nogueira, o senador Jaques Wagner, o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro e candidato à presidência Flávio Bolsonaro Os documentos e demais elementos de prova ainda estão sendo disponibilizados pelo Supremo, mas o levantamento do sigilo dos inquéritos já foi confirmado. Mendonça mantém afastamento de dirigentes da PF Em outra decisão, Mendonça rejeitou o pedido da União para suspender o afastamento preventivo do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência, Leandro Almada. O ministro defendeu a manutenção da medida e afirmou que ela não invade a competência do presidente da República para nomear e exonerar integrantes da cúpula da PF. Mendonça citou jurisprudência do Supremo que permite o afastamento cautelar de servidores públicos e afirmou que, no caso da Polícia Federal, a medida está prevista na legislação disciplinar diante de indícios de infrações. O ministro também rejeitou o argumento de que a saída dos dois dirigentes provocaria uma grave desorganização na Polícia Federal.
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