Israel diz que matou comandante da Guarda Revolucionária iraniana e amplia tensão no Oriente Médio
A morte de Alireza Tangsiri, comandante da Marinha da Guarda Revolucionária do Irã, marcou uma nova escalada no conflito no Oriente Médio nesta quinta-feira (26). O governo de Israel afirmou ter sido responsável pela ação e prometeu intensificar a ofensiva contra lideranças militares iranianas. O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, disse que Tangsiri era diretamente ligado ao bloqueio do Estreito de Hormuz, rota estratégica para o transporte global de petróleo. Em declaração pública, afirmou que Israel continuará a perseguir integrantes da Guarda Revolucionária “um por um”. A morte do comandante ocorre em meio a uma série de ataques lançados pelo Irã contra Israel e aliados no Golfo, como Emirados Árabes Unidos, Kuwait, Bahrein e Arábia Saudita. O exército israelense afirma ter respondido às ofensivas. Apesar da escalada, o Irã nega que esteja negociando um acordo de paz com os Estados Unidos. O ex-presidente Donald Trump, no entanto, afirmou que há tratativas em andamento e disse que Teerã estaria “implorando por um acordo”, versão rejeitada pelo governo iraniano. O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou que o país não pretende negociar e seguirá resistindo. Ele reforçou que a estratégia iraniana, neste momento, é manter a pressão militar. No sul do Líbano, confrontos entre Israel e o Hezbollah deixaram três soldados israelenses mortos desde a retomada das hostilidades. O governo de Benjamin Netanyahu avalia ampliar as operações militares na região. Do lado libanês, o Ministério da Saúde informa que ao menos 1.094 pessoas morreram e mais de 3 mil ficaram feridas desde o início da nova fase do conflito, em 2 de março. Já no Irã, há relatos de bombardeios em áreas residenciais de Isfahan, além de ataques em Shiraz e Bandar Abbas.

A morte de Alireza Tangsiri, comandante da Marinha da Guarda Revolucionária do Irã, marcou uma nova escalada no conflito no Oriente Médio nesta quinta-feira (26). O governo de Israel afirmou ter sido responsável pela ação e prometeu intensificar a ofensiva contra lideranças militares iranianas. O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, disse que Tangsiri era diretamente ligado ao bloqueio do Estreito de Hormuz, rota estratégica para o transporte global de petróleo. Em declaração pública, afirmou que Israel continuará a perseguir integrantes da Guarda Revolucionária “um por um”. A morte do comandante ocorre em meio a uma série de ataques lançados pelo Irã contra Israel e aliados no Golfo, como Emirados Árabes Unidos, Kuwait, Bahrein e Arábia Saudita. O exército israelense afirma ter respondido às ofensivas. Apesar da escalada, o Irã nega que esteja negociando um acordo de paz com os Estados Unidos. O ex-presidente Donald Trump, no entanto, afirmou que há tratativas em andamento e disse que Teerã estaria “implorando por um acordo”, versão rejeitada pelo governo iraniano. O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou que o país não pretende negociar e seguirá resistindo. Ele reforçou que a estratégia iraniana, neste momento, é manter a pressão militar. No sul do Líbano, confrontos entre Israel e o Hezbollah deixaram três soldados israelenses mortos desde a retomada das hostilidades. O governo de Benjamin Netanyahu avalia ampliar as operações militares na região. Do lado libanês, o Ministério da Saúde informa que ao menos 1.094 pessoas morreram e mais de 3 mil ficaram feridas desde o início da nova fase do conflito, em 2 de março. Já no Irã, há relatos de bombardeios em áreas residenciais de Isfahan, além de ataques em Shiraz e Bandar Abbas.

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