Governador em exercício, Ricardo Couto extingue 1.050 cargos comissionados vagos do Rio
Um decreto publicado nesta terça-feira pelo governador em exercício, desembargador Ricardo Couto, extinguiu 1.050 cargos comissionados que estão vagos na estrutura do Poder Executivo. O levantamento identificou um conjunto de cargos de baixo valor financeiro, muitos deles resultantes de alterações promovidas ao longo de administrações anteriores, quando estruturas maiores foram desmembradas em cargos de menor valor, o que dava origem aos chamados cargos “puxadinhos”. Havia, inclusive, funções com remunerações em valores simbólicos, como, por exemplo, de apenas R$ 20. Embora o valor do cargo fosse simbólico, o estado é obrigado a pagar pelo menos um salário mínimo (R$ 1.621,00), o que automaticamente aumenta o custo para o Poder Executivo. O decreto extingue cargos distribuídos por diferentes órgãos e entidades da administração estadual. A medida não representa exoneração de servidores ou ocupantes de cargos atualmente preenchidos. O objetivo é eliminar da estrutura posições que não estão sendo utilizadas e evitar que continuem disponíveis para futuras nomeações. A maior concentração dos cargos está na Secretaria da Casa Civil, com 369 cargos, seguida da Secretaria de Governo, com 77, e da Secretaria de Habitação de Interesse Social, com 64. O diagnóstico mostra ainda que os cargos estão espalhados por dezenas de órgãos e entidades, o que justifica as sucessivas alterações da estrutura administrativa ao longo dos anos.

Um decreto publicado nesta terça-feira pelo governador em exercício, desembargador Ricardo Couto, extinguiu 1.050 cargos comissionados que estão vagos na estrutura do Poder Executivo. O levantamento identificou um conjunto de cargos de baixo valor financeiro, muitos deles resultantes de alterações promovidas ao longo de administrações anteriores, quando estruturas maiores foram desmembradas em cargos de menor valor, o que dava origem aos chamados cargos “puxadinhos”. Havia, inclusive, funções com remunerações em valores simbólicos, como, por exemplo, de apenas R$ 20. Embora o valor do cargo fosse simbólico, o estado é obrigado a pagar pelo menos um salário mínimo (R$ 1.621,00), o que automaticamente aumenta o custo para o Poder Executivo. O decreto extingue cargos distribuídos por diferentes órgãos e entidades da administração estadual. A medida não representa exoneração de servidores ou ocupantes de cargos atualmente preenchidos. O objetivo é eliminar da estrutura posições que não estão sendo utilizadas e evitar que continuem disponíveis para futuras nomeações. A maior concentração dos cargos está na Secretaria da Casa Civil, com 369 cargos, seguida da Secretaria de Governo, com 77, e da Secretaria de Habitação de Interesse Social, com 64. O diagnóstico mostra ainda que os cargos estão espalhados por dezenas de órgãos e entidades, o que justifica as sucessivas alterações da estrutura administrativa ao longo dos anos.
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