Após bombardeios no Líbano, participação do Irã em negociações com EUA no Paquistão é incerta
O cessar fogo frágil e impasses ameaçam negociações entre os Estados Unidos e o Ira no Paquistão neste fim de semana. As delegações iraniana e americana são esperadas nesta sexta em Islamabad, mas a participação dos iranianos ainda é incerta por causa dos bombardeios de Israel contra o Líbano. Petróleo sobe na véspera de reunião entre EUA e Irã sobre o fim da guerra Premiê britânico afirma ter discutido com Trump plano que incluía ações militares para liberar Ormuz Teerã condicionou a realização das discussões previstas para este sábado (11) à interrupção dos ataques israelenses contra o território libanês, que deixaram mais de 300 mortos na quarta-feira (8). O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, anunciou na noite de quinta que negociações com o país ocorrerão próxima semana em Washington. Apesar de ter emitido um alerta para que moradores de bairros do sul de Beirute deixassem suas casas, o exército israelense não concretizou a ameaça de um novo ataque até a manhã desta sexta-feira (10). Nessa madrugada, sirenes de alerta aérea soaram em Israel, inclusive em Tel Aviv, após o lançamento de foguetes do grupo libanês pró-iraniano Hezbollah. Discussões no Paquistão As discussões de paz entre americanos e iranianos no Paquistão foram agendadas após o início da trégua de quinze dias entre os dois países, concluída na noite de terça para quarta-feira. O governo paquistanês, que atua como mediador, afirmou que o cessar-fogo incluía também o Líbano, o que foi negado tanto por israelenses quanto por americanos. O tráfego marítimo no estreito de Ormuz, que deveria ter sido reaberto pelo acordo, segue praticamente paralisado. Com isso, os preços do petróleo voltaram a subir desde quinta-feira com o barril do Brent novamente próximo de cem dólares na manhã desta sexta.

O cessar fogo frágil e impasses ameaçam negociações entre os Estados Unidos e o Ira no Paquistão neste fim de semana. As delegações iraniana e americana são esperadas nesta sexta em Islamabad, mas a participação dos iranianos ainda é incerta por causa dos bombardeios de Israel contra o Líbano. Petróleo sobe na véspera de reunião entre EUA e Irã sobre o fim da guerra Premiê britânico afirma ter discutido com Trump plano que incluía ações militares para liberar Ormuz Teerã condicionou a realização das discussões previstas para este sábado (11) à interrupção dos ataques israelenses contra o território libanês, que deixaram mais de 300 mortos na quarta-feira (8). O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, anunciou na noite de quinta que negociações com o país ocorrerão próxima semana em Washington. Apesar de ter emitido um alerta para que moradores de bairros do sul de Beirute deixassem suas casas, o exército israelense não concretizou a ameaça de um novo ataque até a manhã desta sexta-feira (10). Nessa madrugada, sirenes de alerta aérea soaram em Israel, inclusive em Tel Aviv, após o lançamento de foguetes do grupo libanês pró-iraniano Hezbollah. Discussões no Paquistão As discussões de paz entre americanos e iranianos no Paquistão foram agendadas após o início da trégua de quinze dias entre os dois países, concluída na noite de terça para quarta-feira. O governo paquistanês, que atua como mediador, afirmou que o cessar-fogo incluía também o Líbano, o que foi negado tanto por israelenses quanto por americanos. O tráfego marítimo no estreito de Ormuz, que deveria ter sido reaberto pelo acordo, segue praticamente paralisado. Com isso, os preços do petróleo voltaram a subir desde quinta-feira com o barril do Brent novamente próximo de cem dólares na manhã desta sexta.

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