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Polícia de SP descarta assassino em série após nove suspeitas de execução na capital

A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo descarta a atuação de um assassino em série nas nove mortes que são investigadas pela Polícia Civil. Com características de execução, os homicídios aconteceram entre setembro e outubro em várias regiões da capital paulista. Os corpos foram encontrados em sacos plásticos ou enrolados em tecidos. Apesar das circunstâncias parecidas, as mortes são investigadas de forma individualizada. Os casos ganharam repercussão nas redes sociais,


A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo descarta a atuação de um assassino em série nas nove mortes que são investigadas pela Polícia Civil. Com características de execução, os homicídios aconteceram entre setembro e outubro em várias regiões da capital paulista. Os corpos foram encontrados em sacos plásticos ou enrolados em tecidos. Apesar das circunstâncias parecidas, as mortes são investigadas de forma individualizada. Os casos ganharam repercussão nas redes sociais, onde surgiram os boatos de que um assassino em série estaria por trás das execuções. Para a CBN, o secretário da Segurança Pública de São Paulo, Osvaldo Nico, descartou totalmente essa possibilidade. Em entrevista à TV Globo, o discurso foi reforçado pela diretora do Departamento de Homicídios, Ivalda Aleixo: Em momento algum o DHPP trabalhou com essa hipótese de matador em série. Até porque o perfil é outro. Ele tem método, uma motivação. E deixa uma assinatura que não é o caso. Os corpos foram descartados em locais fora de onde houve a morte. Não existe uma relação entre elas e não há um padrão. Vulneráveis, porque têm envolvimento com o crime. Isso não justifica, nem ameniza, mas têm antecedentes criminais. A polícia investiga se as mortes estariam ligadas ao tribunal do crime julgamentos sumários e ilegais feitos por chefes de facções criminosas. Os investigadores vão fazer um levantamento do histórico das vítimas, para saber se elas recebiam algum tipo de ameaça ou tinham ligação com o crime organizado. Apesar dos corpos estarem em sacolas plásticas, a diferença na forma com que os corpos foram abandonados também faz com que a polícia descarte a possibilidade de um assassino em série. Com exceção da região central da capital paulista, em todas as outras regiões da cidade foram registrados casos: foram quatro na zona leste, três na Zona Sul, um na Zona Norte e um na Zona Oeste. Até o momento, nenhum suspeito pelos crimes foi identificado ou preso.

Fonte: cbn.globo.com

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