Seis pessoas já foram presas em uma operação da Polícia Civil, na manhã desta quarta-feira (28), contra uma quadrilha envolvida na exploração sexual de menores. Os agentes da delegacia de Alcântara cumprem diversos mandados de prisão e 18 de busca e apreensão contra os envolvidos na rede criminosa investigada por produzir vídeos de exploração sexual de menores, com registros violência extrema. As ações acontecem em Niterói, São Gonçalo e Maricá. A investigação teve início

Seis pessoas já foram presas em uma operação da Polícia Civil, na manhã desta quarta-feira (28), contra uma quadrilha envolvida na exploração sexual de menores. Os agentes da delegacia de Alcântara cumprem diversos mandados de prisão e 18 de busca e apreensão contra os envolvidos na rede criminosa investigada por produzir vídeos de exploração sexual de menores, com registros violência extrema. As ações acontecem em Niterói, São Gonçalo e Maricá. A investigação teve início em julho, com a prisão de um assessor parlamentar pelo estupro de vulnerável de uma adolescente de 16 anos, em Icaraí, Niterói. Na ocasião, os agentes apreenderam dois notebooks e celulares na casa do preso. A análise dos dispositivos eletrônicos e de imagens de câmeras de segurança desvendou uma grande rede de geração de vídeos de pornografia com adolescentes, em esquema de escravidão sexual, De acordo com a polícia, os envolvidos se autodenominavam senhores e chamavam as vítimas de escravas. Eles utilizavam os vídeos para chantagear as adolescentes ameaçando divulgar as imagens. Com isso, os suspeitos conseguiam manter as vítimas sob controle e submetê-las a novos abusos. O caso ficou com a delegacia de Alcantara após uma adolescente procurar a unidade, acompanhada dos pais, para denunciar as violências sofridas. A vítima relatou um cenário de humilhações e sofrimento extremo, com consequências graves para a integridade física e emocional dela. A ação desta quarta-feira tem como objetivo aprofundar a análise das provas reunidas, esclarecer a participação dos envolvidos e identificar outras possíveis vítimas.
Fonte: cbn.globo.com