Pular para o conteúdo
No ar
Ao vivo agora 3CLIMAS CULTURA RÁDIO JORNAL TV
Tocando agora 3CLIMAS CULTURA ao vivo
Fale no WhatsApp

Motta almoça com dirigentes partidários e avança em alianças por permanência no comando da Câmara

Paraibano se antecipou nas articulações após Flávio Bolsonaro indicar que o PL não apoiaria as pretensões do presidente da Casa em permanecer no cargo

Após almoçar com dirigentes partidários na residência oficial da presidência da Câmara, Hugo Motta avançou algumas casas no desenho de sua estratégia para permanecer à frente da Mesa Diretora da Casa no ano que vem.

Diante da sinalização de Flávio Bolsonaro, candidato à presidência da República, de que o PL não teria pretensões em caminhar em conjunto com Motta, o paraibano se antecipou e começou as conversas com aliados que o ajudaram a se eleger no posto em fevereiro de 2025.

Dirigentes de mais de 10 partidos publicaram nesta quarta-feira uma nota conjunta acenando para a possibilidade de se alinhar a Motta na disputa pelo comando da Câmara.

“Em reunião realizada hoje entre os líderes e as direções dos partidos, decidimos pela manutenção do bloco partidário na próxima Legislatura, reafirmando nossa disposição de caminhar juntos, respeitando as diferenças e buscando convergências em favor do Brasil”, afirmaram os dirigentes.

Continua após a publicidade

“Com esse espírito de união, harmonia e compromisso, o bloco seguirá trabalhando de forma conjunta. O bloco também caminhará unido na eleição da Mesa Diretora do próximo ano. O presidente Hugo Motta terá nosso apoio para iniciar o diálogo em busca de convergência e unidade em torno de sua reeleição à presidência da Câmara dos Deputados”, completaram.

Assinam o documento Antonio Rueda e Pedro Lucas Fernandes, do União Brasil, Ciro Nogueira e Doutor Luizinho, do PP, Gilberto Kassab e Antonio Brito, do PSD, Marcos Pereira e Augusto Coutinho, do Republicanos, Baleia Rossi e Isnaldo Bulhões, do MDB, Aécio Neves e Adolfo Viana, da federação PSDB/Cidadania, Renata Abreu e Rodrigo Gambale, do Podemos, e Paulinho da Força, da federação Solidariedade/PRD.

Continua após a publicidade

 

Publicidade

Fonte: veja.abril.com.br

Compartilhar