Pular para o conteúdo
No ar
Ao vivo agora 3CLIMAS CULTURA RÁDIO JORNAL TV
Tocando agora 3CLIMAS CULTURA ao vivo
Fale no WhatsApp

Vendas de livro acusado de usar IA aumentam na França

Autor canadense Thélyson Orélien JOEL SAGET / AFP As vendas do romance do autor canadense Thélyson Orélien, acusado de tê-lo escrito com inteligência artificial, continuam subindo na França desde que a controvérsia eclodiu na semana passada, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (1º). "C'était ça ou mourir" ("Era isso ou morrer", em tradução livre) vendeu 18.254 exemplares de seu formato físico entre 21 e 27 de setembro, em comparação com 12.506 na semana anterior, segundo


Autor canadense Thélyson Orélien JOEL SAGET / AFP As vendas do romance do autor canadense Thélyson Orélien, acusado de tê-lo escrito com inteligência artificial, continuam subindo na França desde que a controvérsia eclodiu na semana passada, segundo dados divulgados nesta quinta-feira (1º). "C'était ça ou mourir" ("Era isso ou morrer", em tradução livre) vendeu 18.254 exemplares de seu formato físico entre 21 e 27 de setembro, em comparação com 12.506 na semana anterior, segundo a lista de best-sellers da NielsenIQ BookData/Livres Hebdo. Prêmio literário francês retira livro de competição por suspeitas de uso de IA O livro ocupa o primeiro lugar na categoria de romances, à frente dos lançamentos mais recentes de dois autores franceses de sucesso, Agnès Martin-Lugand e Marc Levy. Um exemplar do livro "C'était ça ou mourir", um romance do autor Thelyson Orélien REUTERS/Sarah Meyssonnier "C'était ça ou mourir", que narra a jornada de um migrante entre o Haiti e o Canadá, é uma das sensações literárias da temporada na França, com cerca de 65.000 exemplares vendidos desde seu lançamento em meados de agosto. No entanto, Orélien, de 38 anos, está no centro de uma controvérsia desde que uma conta anônima no X o acusou de ter escrito o livro "quase inteiramente" com inteligência artificial. Desde então, surgiram acusações de plágio referentes a textos publicados há mais de uma década no Canadá. A renomada Academia Goncourt, que concede o prêmio literário mais renomado da França, o retirou da lista de candidatos deste ano. O escritor, que também tem nacionalidade haitiana, sempre negou as acusações e disse à AFP que estava "disposto a se pronunciar quando as coisas se acalmassem". A controvérsia abalou o mundo literário francês e levanta questões em todo o mundo sobre como essa nova tecnologia afetará a indústria editorial.

Fonte: g1.globo.com

Compartilhar