Michelle Bolsonaro (PL) é eleita senadora do Distrito Federal Mato Grosso do Sul elegeu mulheres para metade de sua bancada na Câmara dos Deputados, a maior proporção entre os dez estados com resultados definidos nos dados parciais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) analisados neste domingo (4). No Distrito Federal e em Roraima, nenhuma mulher conquistou uma vaga de deputada federal. No outro extremo, Distrito Federal e Roraima não elegeram deputadas federais. Para as assembleias, o Acre
Michelle Bolsonaro (PL) é eleita senadora do Distrito Federal
Mato Grosso do Sul elegeu mulheres para metade de sua bancada na Câmara dos Deputados, a maior proporção entre os dez estados com resultados definidos nos dados parciais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) analisados neste domingo (4). No Distrito Federal e em Roraima, nenhuma mulher conquistou uma vaga de deputada federal.
No outro extremo, Distrito Federal e Roraima não elegeram deputadas federais. Para as assembleias, o Acre foi o único estado sem mulheres eleitas entre os resultados já definidos.
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O Amapá, por sua vez, tem a maior participação feminina entre os estados com resultados definidos até o momento, com 25% das vagas.
Os dados ainda são parciais: estão incluídas dez unidades da federação com resultados definidos para a Câmara e o Senado e nove para deputados estaduais ou distritais. A comparação poderá mudar com a definição dos eleitos nas demais localidades. Esta reportagem segue em atualização.
Até esse momento da apuração, nessas unidades da federação, foram eleitas 23 mulheres para 105 vagas na Câmara (21,9%), cinco para 20 vagas no Senado (25%) e 32 para 222 cadeiras nas assembleias e na Câmara Legislativa do DF (14,4%).
Agora no g1
Câmara dos Deputados
Mato Grosso do Sul tem a maior proporção de deputadas federais entre as dez unidades com resultados definidos: quatro das oito cadeiras serão ocupadas por mulheres. Foram eleitas Camila Jara (PT), Rose Modesto (UNIÃO), Mara Caseiro (PL) e Isa Marcondes (REP).
Amapá, Mato Grosso e Rondônia aparecem na sequência, com três mulheres cada, o equivalente a 37,5% de suas bancadas.
Em números absolutos, o Rio Grande do Sul tem mais deputadas federais eleitas entre os resultados já definidos, com cinco. Como o estado tem 31 vagas, a participação feminina é de 16,1%. Distrito Federal e Roraima não elegeram nenhuma mulher para a Câmara.
Veja os números e quem são as eleitas, em ordem de participação feminina:
Mato Grosso do Sul: 4 de 8 vagas (50%). Camila Jara (PT), Rose Modesto (UNIÃO), Mara Caseiro (PL) e Isa Marcondes (REP).
Amapá: 3 de 8 vagas (37,5%). Aline Gurgel (UNIÃO), Professora Marcivânia (PCdoB) e Dra. Erica (PODE).
Mato Grosso: 3 de 8 vagas (37,5%). Coronel Fernanda (PL), Professora Rosa Neide (PT) e Virginia Mendes (UNIÃO).
Rondônia: 3 de 8 vagas (37,5%). Joliane Furia (PSD), Sofia Andrade (PL) e Cristiane Lopes (PODE).
Acre: 2 de 8 vagas (25%). Socorro Neri (PP) e Perpétua Almeida (PCdoB).
Espírito Santo: 2 de 10 vagas (20%). Jack Rocha (PT) e Manu (PSB).
Rio Grande do Sul: 5 de 31 vagas (16,1%). Fernanda Melchionna (PSOL), Maria do Rosario (PT), Any Ortiz (PP), Daiana Santos (PCdoB) e Denise Pessôa (PT).
Tocantins: 1 de 8 vagas (12,5%). Professora Janad Valcari (PP).
Distrito Federal: nenhuma mulher entre os 8 eleitos (0%).
Roraima: nenhuma mulher entre os 8 eleitos (0%).
Em quatro desses estados, uma mulher recebeu a maior votação para a Câmara: Socorro Neri (PP), no Acre, com 39.587 votos; Coronel Fernanda (PL), em Mato Grosso, com 205.064; Camila Jara (PT), em Mato Grosso do Sul, com 154.157; e Professora Janad Valcari (PP), no Tocantins, com 99.026.
Senado
O Distrito Federal elegeu Michelle Bolsonaro e Bia Kicis, ambas do PL, para as duas vagas em disputa. É a única unidade entre os dez resultados finais incluídos na comparação em que mulheres conquistaram as duas cadeiras.
Também foram eleitas Mara Rocha (REP), pelo Acre; Rayssa Furlan (PODE), pelo Amapá; e Teresa Surita (MDB), por Roraima.
Veja a participação feminina nas vagas em disputa:
Distrito Federal: 2 de 2 vagas (100%). Michelle Bolsonaro (PL) e Bia Kicis (PL).
Acre: 1 de 2 vagas (50%). Mara Rocha (REP).
Amapá: 1 de 2 vagas (50%). Rayssa Furlan (PODE).
Roraima: 1 de 2 vagas (50%). Teresa Surita (MDB).
Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Rondônia e Tocantins: nenhuma mulher eleita (0%). Cada estado elegeu dois homens.
Os percentuais se referem às vagas em disputa nesta eleição, e não à composição completa das bancadas estaduais no Senado. Senadoras que permanecerão no cargo sem disputar este pleito não entram nessa conta.
Assembleias legislativas e Câmara Legislativa do DF
O Amapá tem a maior proporção de mulheres eleitas para o Legislativo estadual entre os resultados já definidos: seis deputadas ocuparão 24 cadeiras, ou 25% do total.
Distrito Federal e Roraima aparecem na sequência, com cinco mulheres cada entre 24 eleitos, o equivalente a 20,8%. No DF, as parlamentares são deputadas distritais e integram a Câmara Legislativa.
Em números absolutos, Amapá e Espírito Santo empatam, com seis eleitas cada. Como a Assembleia capixaba tem 30 cadeiras, a participação feminina no estado é de 20%.
Veja os números e quem são as eleitas:
Amapá: 6 de 24 vagas (25%). Telma Nery (REP), Bia Pombo (UNIÃO), Aparecida Salomão (UNIÃO), Jack JK (PDT), Aldilene Souza (PDT) e Socorro Nogueira (PT).
Distrito Federal: 5 de 24 vagas (20,8%). Jaqueline Silva (MDB), Estefane Sampaio (REP), Renata Daguiar (REP), Dayse Amarilio (PSB) e Keka Bagno (PSOL).
Roraima: 5 de 24 vagas (20,8%). Catarina Guerra (UNIÃO), Aurelina Medeiros (UNIÃO), Joilma Teodora (UNIÃO), Tayla Peres (REP) e Angela Águida Portella (PP).
Espírito Santo: 6 de 30 vagas (20%). Jeesala Coutinho (MDB), Raquel Lessa (PP), Janete de Sá (PSB), Karla Coser (PT), Açucena (PT) e Camila Valadão (PSOL).
Rondônia: 3 de 24 vagas (12,5%). Dra. Taíssa Sousa (PL), Cláudia de Jesus (PT) e Fátima Cleide (PT).
Tocantins: 3 de 24 vagas (12,5%). Katia Chaves (REP), Vanda Monteiro (UNIÃO) e Claudia Lelis (PV).
Mato Grosso: 2 de 24 vagas (8,3%). Alessandra Ferreira (PODE) e Samantha do Abilio (PL).
Mato Grosso do Sul: 2 de 24 vagas (8,3%). Gianni Nogueira (PL) e Professora Gleice Jane (PT).
Acre: nenhuma mulher entre os 24 eleitos (0%).
O Acre não elegeu nenhuma mulher para a Assembleia Legislativa, embora tenha eleito duas deputadas federais e uma senadora.
Já Mato Grosso do Sul, que destinou metade da bancada federal a mulheres, elegeu duas deputadas estaduais para 24 vagas, uma participação de 8,3%.
No Espírito Santo, Camila Valadão (PSOL) foi a mais votada para a Assembleia Legislativa, com 61.501 votos.
Mato Grosso do Sul elegeu mulheres para metade de sua bancada na Câmara dos Deputados, a maior proporção entre os dez estados com resultados definidos nos dados parciais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) analisados neste domingo (4). No Distrito Federal e em Roraima, nenhuma mulher conquistou uma vaga de deputada federal.
No outro extremo, Distrito Federal e Roraima não elegeram deputadas federais. Para as assembleias, o Acre foi o único estado sem mulheres eleitas entre os resultados já definidos.
AO VIVO: Acompanhe o resultado do 1º turno das Eleições 2026 pelo Brasil
O Amapá, por sua vez, tem a maior participação feminina entre os estados com resultados definidos até o momento, com 25% das vagas.
Os dados ainda são parciais: estão incluídas dez unidades da federação com resultados definidos para a Câmara e o Senado e nove para deputados estaduais ou distritais. A comparação poderá mudar com a definição dos eleitos nas demais localidades. Esta reportagem segue em atualização.
Até esse momento da apuração, nessas unidades da federação, foram eleitas 23 mulheres para 105 vagas na Câmara (21,9%), cinco para 20 vagas no Senado (25%) e 32 para 222 cadeiras nas assembleias e na Câmara Legislativa do DF (14,4%).
Agora no g1
Câmara dos Deputados
Mato Grosso do Sul tem a maior proporção de deputadas federais entre as dez unidades com resultados definidos: quatro das oito cadeiras serão ocupadas por mulheres. Foram eleitas Camila Jara (PT), Rose Modesto (UNIÃO), Mara Caseiro (PL) e Isa Marcondes (REP).
Amapá, Mato Grosso e Rondônia aparecem na sequência, com três mulheres cada, o equivalente a 37,5% de suas bancadas.
Em números absolutos, o Rio Grande do Sul tem mais deputadas federais eleitas entre os resultados já definidos, com cinco. Como o estado tem 31 vagas, a participação feminina é de 16,1%. Distrito Federal e Roraima não elegeram nenhuma mulher para a Câmara.
Veja os números e quem são as eleitas, em ordem de participação feminina:
Mato Grosso do Sul: 4 de 8 vagas (50%). Camila Jara (PT), Rose Modesto (UNIÃO), Mara Caseiro (PL) e Isa Marcondes (REP).
Amapá: 3 de 8 vagas (37,5%). Aline Gurgel (UNIÃO), Professora Marcivânia (PCdoB) e Dra. Erica (PODE).
Mato Grosso: 3 de 8 vagas (37,5%). Coronel Fernanda (PL), Professora Rosa Neide (PT) e Virginia Mendes (UNIÃO).
Rondônia: 3 de 8 vagas (37,5%). Joliane Furia (PSD), Sofia Andrade (PL) e Cristiane Lopes (PODE).
Acre: 2 de 8 vagas (25%). Socorro Neri (PP) e Perpétua Almeida (PCdoB).
Espírito Santo: 2 de 10 vagas (20%). Jack Rocha (PT) e Manu (PSB).
Rio Grande do Sul: 5 de 31 vagas (16,1%). Fernanda Melchionna (PSOL), Maria do Rosario (PT), Any Ortiz (PP), Daiana Santos (PCdoB) e Denise Pessôa (PT).
Tocantins: 1 de 8 vagas (12,5%). Professora Janad Valcari (PP).
Distrito Federal: nenhuma mulher entre os 8 eleitos (0%).
Roraima: nenhuma mulher entre os 8 eleitos (0%).
Em quatro desses estados, uma mulher recebeu a maior votação para a Câmara: Socorro Neri (PP), no Acre, com 39.587 votos; Coronel Fernanda (PL), em Mato Grosso, com 205.064; Camila Jara (PT), em Mato Grosso do Sul, com 154.157; e Professora Janad Valcari (PP), no Tocantins, com 99.026.
Senado
O Distrito Federal elegeu Michelle Bolsonaro e Bia Kicis, ambas do PL, para as duas vagas em disputa. É a única unidade entre os dez resultados finais incluídos na comparação em que mulheres conquistaram as duas cadeiras.
Também foram eleitas Mara Rocha (REP), pelo Acre; Rayssa Furlan (PODE), pelo Amapá; e Teresa Surita (MDB), por Roraima.
Veja a participação feminina nas vagas em disputa:
Distrito Federal: 2 de 2 vagas (100%). Michelle Bolsonaro (PL) e Bia Kicis (PL).
Acre: 1 de 2 vagas (50%). Mara Rocha (REP).
Amapá: 1 de 2 vagas (50%). Rayssa Furlan (PODE).
Roraima: 1 de 2 vagas (50%). Teresa Surita (MDB).
Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Rondônia e Tocantins: nenhuma mulher eleita (0%). Cada estado elegeu dois homens.
Os percentuais se referem às vagas em disputa nesta eleição, e não à composição completa das bancadas estaduais no Senado. Senadoras que permanecerão no cargo sem disputar este pleito não entram nessa conta.
Assembleias legislativas e Câmara Legislativa do DF
O Amapá tem a maior proporção de mulheres eleitas para o Legislativo estadual entre os resultados já definidos: seis deputadas ocuparão 24 cadeiras, ou 25% do total.
Distrito Federal e Roraima aparecem na sequência, com cinco mulheres cada entre 24 eleitos, o equivalente a 20,8%. No DF, as parlamentares são deputadas distritais e integram a Câmara Legislativa.
Em números absolutos, Amapá e Espírito Santo empatam, com seis eleitas cada. Como a Assembleia capixaba tem 30 cadeiras, a participação feminina no estado é de 20%.
Veja os números e quem são as eleitas:
Amapá: 6 de 24 vagas (25%). Telma Nery (REP), Bia Pombo (UNIÃO), Aparecida Salomão (UNIÃO), Jack JK (PDT), Aldilene Souza (PDT) e Socorro Nogueira (PT).
Distrito Federal: 5 de 24 vagas (20,8%). Jaqueline Silva (MDB), Estefane Sampaio (REP), Renata Daguiar (REP), Dayse Amarilio (PSB) e Keka Bagno (PSOL).
Roraima: 5 de 24 vagas (20,8%). Catarina Guerra (UNIÃO), Aurelina Medeiros (UNIÃO), Joilma Teodora (UNIÃO), Tayla Peres (REP) e Angela Águida Portella (PP).
Espírito Santo: 6 de 30 vagas (20%). Jeesala Coutinho (MDB), Raquel Lessa (PP), Janete de Sá (PSB), Karla Coser (PT), Açucena (PT) e Camila Valadão (PSOL).
Rondônia: 3 de 24 vagas (12,5%). Dra. Taíssa Sousa (PL), Cláudia de Jesus (PT) e Fátima Cleide (PT).
Tocantins: 3 de 24 vagas (12,5%). Katia Chaves (REP), Vanda Monteiro (UNIÃO) e Claudia Lelis (PV).
Mato Grosso: 2 de 24 vagas (8,3%). Alessandra Ferreira (PODE) e Samantha do Abilio (PL).
Mato Grosso do Sul: 2 de 24 vagas (8,3%). Gianni Nogueira (PL) e Professora Gleice Jane (PT).
Acre: nenhuma mulher entre os 24 eleitos (0%).
O Acre não elegeu nenhuma mulher para a Assembleia Legislativa, embora tenha eleito duas deputadas federais e uma senadora.
Já Mato Grosso do Sul, que destinou metade da bancada federal a mulheres, elegeu duas deputadas estaduais para 24 vagas, uma participação de 8,3%.
No Espírito Santo, Camila Valadão (PSOL) foi a mais votada para a Assembleia Legislativa, com 61.501 votos.
Fonte: g1.globo.com