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Queda de avião da PM de Minas nesta sexta (09) matou primeira mulher na corporação habilitada como piloto de aeronaves de asas

A queda do avião da Polícia Militar de Minas, em Santana do Paraíso, no Leste de Minas, matou o tenente-coronel Luis Silvestre, a 1ª tenente Alice Almeida e a 1ª tenente Gabriela Emília Soares Lacerda Resende. As identidades das vítimas foram divulgadas pelo chefe da comunicação da PM, tenente-coronel Flávio Santiago, em coletiva na noite desta sexta-feira (09). Segundo a corporação, Gabriela foi a primeira mulher na corporação habilitada como piloto de aeronaves de asas fixas do C


A queda do avião da Polícia Militar de Minas, em Santana do Paraíso, no Leste de Minas, matou o tenente-coronel Luis Silvestre, a 1ª tenente Alice Almeida e a 1ª tenente Gabriela Emília Soares Lacerda Resende. As identidades das vítimas foram divulgadas pelo chefe da comunicação da PM, tenente-coronel Flávio Santiago, em coletiva na noite desta sexta-feira (09). Segundo a corporação, Gabriela foi a primeira mulher na corporação habilitada como piloto de aeronaves de asas fixas do Comando de Aviação do Estado e havia acabado de retornar de licença- maternidade. A militar, inclusive, divulgou um vídeo nas redes sociais, na semana passada, retornando para o serviço após o período de afastamento, ao lado do marido e dos filhos pequenos. O avião Pegasus 17 decolou do Aeroporto da Pampulha, em Belo Horizonte, e caiu próximo ao Aeroporto Regional do Vale do Aço, no Leste do estado. O chefe da comunicação da PM, tenente-coronel Flávio Santiago, disse que o avião fazia um voo de rechecagem de habilitação. Ele afirmou que ainda não é possível dizer em que momento houve a queda. "Todo processo aeronáutico necessita anualmente dessas checagens exatamente para que o piloto esteja habilitado a uma série de intempéries e também seja ratificada na habilitação deles esse processo e, por consequência, possam operar normalmente. Isso é uma condição aeronáutica. A questão se estavam aterrissando ou decolando vai ficar por conta da investigação". Segundo a PM, o avião bimotor turboélice era usado para operações e em apoio ao transporte de órgãos junto ao MG Transplantes. O Cenipa informou que vai apurar as circunstâncias da queda. Investigadores do Terceiro Serviço Regional de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos foram acionados para realizar a coleta e confirmação de dados, preservação de elementos, verificação inicial dos danos causados à aeronave, além do levantamento de outras informações necessárias à apuração.

Fonte: cbn.globo.com

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