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Lula defende responsabilidade fiscal e diz que economia precisa estar 'arrumada' para atrair investimentos

O presidente Lula defendeu nesta quinta-feira responsabilidade fiscal e segurança jurídica no país. A manifestação ocorreu após a primeira reunião do Conselho Nacional para a Industrialização de Minerais Críticos e Estratégicos. Segundo o presidente, para que o país volte a receber investimentos, é necessário economia arrumada. Também disse que isso não significa privatizar empresas públicas, mas fazer parceiras vantajosas para o Brasil. "Se a gente quiser atrair capital,


O presidente Lula defendeu nesta quinta-feira responsabilidade fiscal e segurança jurídica no país. A manifestação ocorreu após a primeira reunião do Conselho Nacional para a Industrialização de Minerais Críticos e Estratégicos. Segundo o presidente, para que o país volte a receber investimentos, é necessário economia arrumada. Também disse que isso não significa privatizar empresas públicas, mas fazer parceiras vantajosas para o Brasil. "Se a gente quiser atrair capital, temos que ter seriedade. É por isso que temos que ter responsabilidade jurídica, é por isso que temos que ter responsabilidade fiscal e é por isso que a gente não pode brincar de fazer parcerias. Esse projeto da criação do conselho é um instante de muita seriedade desse país." A manifestação do petista ocorreu poucas horas após uma reunião com economistas e toda a equipe econômica para tratar dos rumos para a área na gestão Lula 4. Na sequência, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, falou em apresentação do plano de ajuste fiscal somente após a volta da viagem a Malásia. A missão governamental ocorre na semana que vem. Durigan disse que não há "fórmula mágica" para a economia brasileira e que o governo Lula vai "manter compromissos fiscais" e as promessas de campanha eleitoral em programas sociais. Questionado por jornalistas sobre ações concretas, Durigan afirmou que, na reunião desta quinta, não foram discutidas "medidas específicas", mas falou em compromisso de fazer "superávit" nos próximos anos.

Fonte: cbn.globo.com

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