O Fim de Expediente recebeu o escritor e jornalista Fabrício Carpinejar para uma conversa sobre nostalgia, relações humanas e os impactos da tecnologia na vida cotidiana. Autor do livro "No Meu Tempo Eu Era Melhor", Carpinejar explicou que a pandemia foi um dos pontos de partida para a obra, ao levá-lo a revisitar o passado e refletir sobre a importância das memórias, dos encontros e dos vínculos afetivos. Para ele, a sociedade atual vive uma espécie de esgotamento provocado pelo excesso

O Fim de Expediente recebeu o escritor e jornalista Fabrício Carpinejar para uma conversa sobre nostalgia, relações humanas e os impactos da tecnologia na vida cotidiana. Autor do livro "No Meu Tempo Eu Era Melhor", Carpinejar explicou que a pandemia foi um dos pontos de partida para a obra, ao levá-lo a revisitar o passado e refletir sobre a importância das memórias, dos encontros e dos vínculos afetivos. Para ele, a sociedade atual vive uma espécie de esgotamento provocado pelo excesso de conectividade, pela pressa e pela dificuldade de aproveitar o presente. Carpinejar também criticou a dependência das redes sociais e o hábito de realizar várias atividades simultaneamente. Na avaliação do escritor, a tecnologia tem prejudicado a memória, a concentração e a capacidade de construir experiências significativas. Ele defendeu que as pessoas reservem algumas horas do dia para ficar desconectadas, dedicando-se a atividades como ler, ouvir música e conversar. O escritor também destacou a importância de preservar as amizades, cultivar os encontros presenciais e valorizar as relações familiares, em vez de deixar que a rotina e as distrações digitais afastem as pessoas. Ouça a entrevista completa:
Fonte: cbn.globo.com