Sérvio volta às quadras após problemas no US Open e aposta em retrospecto perfeito no China Open
Novak Djokovic afirmou estar satisfeito com a resposta do corpo antes de sua estreia no China Open. Dono de 24 títulos de Grand Slam, o sérvio busca recuperar o ritmo após enfrentar problemas físicos no US Open e retorna a um torneio onde construiu um dos melhores retrospectos de sua carreira.
Djokovic não entra em quadra desde a surpreendente derrota na primeira rodada do US Open para o argentino Mariano Navone, no fim do mês passado. Na ocasião, o sérvio, de 39 anos, sofreu com dores no ombro e nas costas e chegou a vomitar durante a partida.
Agora, o número 11 do mundo tenta deixar os problemas para trás. Ele enfrenta o português Nuno Borges na primeira rodada do torneio, em Pequim, nesta semana.
“Sim, estou me sentindo bem até agora. Vamos ver. Obviamente, é completamente diferente quando você disputa uma partida oficial em comparação com sets ou sessões de treino. Mas, até agora, tudo bem”, disse Djokovic a jornalistas na segunda-feira (28).
“Eu estava ansioso para vir à China, como sempre estive. Meu retrospecto fala por si só em território chinês. Saber disso também traz uma dose de confiança que eu realmente preciso. No geral, tem sido muito bom até agora com o corpo, com a forma como estou me sentindo e jogando”, comentou.
Retrospecto perfeito em Pequim
Djokovic é uma das principais atrações do torneio em Pequim. Ele conquistou o título em 2009, 2010, 2012, 2013, 2014 e 2015, além de ter um retrospecto de 29 vitórias e nenhuma derrota no ATP 500 chinês.
A busca pelo 25º título de Grand Slam, que ampliaria ainda mais seu recorde, continua entre os principais objetivos do sérvio. Nos últimos anos, porém, Djokovic passou a escolher com mais cuidado os torneios que disputa.
“Nesta fase da minha carreira, também se trata dos torneios em que gosto de jogar, nos quais tive sucesso no passado e nos quais sinto que sou bem recebido pelos torcedores, de uma maneira positiva”, afirmou.
“A história dos meus resultados em território chinês tem sido incrível. Não jogo aqui há 11 anos. Tentei fazer isso funcionar nos últimos anos com o calendário, mas acabou acontecendo de eu disputar apenas Xangai. Neste ano, Pequim estava na lista de prioridades.”
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Fonte: www.cnnbrasil.com.br