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Desafeto de Infantino, presidente da Uefa toma decisão sobre candidatura à reeleição

Esloveno Aleksander eferin confirma sua concorrência para o quarto e último mandato

O presidente da Uefa, Aleksander eferin, confirmou nesta quinta, 8, que concorrerá à reeleição para um último mandato no cargo. A decisão atende ao pedido de todas as 55 associações da entidade pela candidatura do mandatário. 

O anúncio feito em reunião em Berlim reverte uma decisão anterior de eferin de não buscar a reeleição. Segundo comunicado da Uefa, a mudança de posição ocorreu depois do pedido unânime das associações do órgão regulador do futebol europeu.

Aos 58 anos, o esloveno se candidata pela quarta vez. Ele assumiu a presidência em 2016 no lugar de Michel Platini, que renunciou ao cargo após a Corte Arbitral do Esporte (CAS) bani-lo de atividades relacionadas ao futebol devido a um caso de corrupção na FIFA.

Reeleito em 2019 e 2023, ambas de forma unânime, a candidatura do esloveno será permitida apenas por conta de uma emenda no estatuto da Uefa assinada por ele em 2024, que permite legalmente a sua participação em mais um pleito. Apesar da mudança na regra estabelecida no Congresso da Uefa daquele ano, o executivo tinha anunciado no evento que não concorreria mais. 

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Ceferin concorrerá a um mandato final de quatro anos no congresso da UEFA, no Cazaquistão, em abril do próximo ano.

“Quero agradecer às associações nacionais pela confiança”, disse Ceferin após a reunião de quinta-feira em Berlim.

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“Enfrentamos desafios extraordinários nos últimos anos e os enfrentamos como uma só equipe. Ainda há um trabalho importante pela frente e, portanto, aceitei o pedido deles. Minha ambição permanece a mesma: manter o futebol europeu unido, tornar o nosso esporte mais forte e deixar a UEFA pronta para a próxima geração.”

“A reunião também se concentrou na governança e liderança futuras da FIFA”, disse a UEFA, que tem liderado a oposição à gestão de Gianni Infantino no órgão máximo do futebol mundial.

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Uma das propostas da entidade é que o presidente da FIFA “lidere, em vez de gerenciar”.

(Com AFP)

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Fonte: veja.abril.com.br

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