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Como o governo Lula é avaliado na reta final da eleição, segundo a pesquisa Meio/Ideia

Pesquisa mostra avaliação negativa numericamente acima da positiva e revela diferenças na aprovação do presidente entre regiões e grupos religiosos

A avaliação negativa do governo Lula supera numericamente a positiva na reta final do segundo turno, segundo a nova pesquisa Meio/Ideia divulgada nesta quarta-feira, 21. O levantamento mostra que 40,6% dos entrevistados classificam a administração como ruim ou péssima, enquanto 31,7% a consideram ótima ou boa. Outros 22,6% avaliam o governo como regular.

O instituto também mede separadamente a aprovação ao trabalho do presidente. Nesse indicador, 46,4% dizem aprovar a maneira como Lula está lidando com seu trabalho à frente do país, enquanto 48,2% desaprovam. A diferença entre os dois percentuais está dentro da margem de erro geral da pesquisa, de 2,5 pontos percentuais.

Como os eleitores avaliam o governo Lula?

A pesquisa separa a avaliação da administração em cinco categorias. Somadas, as respostas ótimo e bom chegam a 31,7%, enquanto ruim e péssimo totalizam 40,6%. A avaliação regular reúne 22,6% dos entrevistados.

O indicador é diferente da pergunta sobre aprovação presidencial. Enquanto a avaliação mede como o entrevistado classifica o governo, a aprovação pergunta diretamente se o eleitor aprova ou desaprova a maneira como Lula está desempenhando seu trabalho como presidente.

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Onde Lula é mais aprovado?

Os recortes regionais mostram diferenças acentuadas. No Nordeste, a aprovação de Lula chega a 60,5%, o maior percentual entre as regiões apresentadas pelo levantamento. Já no Centro-Oeste, 35% dizem aprovar o trabalho do presidente.

A Meio/Ideia também apresenta os resultados para Norte, Sul e Sudeste. Como ocorre nos demais cruzamentos da pesquisa, a margem de erro geral de 2,5 pontos percentuais se refere ao conjunto das 1.500 entrevistas, e os segmentos têm bases menores.

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Como a religião muda a aprovação do presidente?

A distância também aparece quando os entrevistados são divididos por religião. Entre os católicos, 55,5% aprovam o trabalho de Lula. Entre os evangélicos, a aprovação cai para 26,9%.

Nesse recorte, os evangélicos concentram a maior resistência ao presidente entre os dois principais grupos religiosos destacados pelo levantamento, enquanto entre os católicos a aprovação é majoritária. A pesquisa apresenta ainda um terceiro agrupamento formado por entrevistados de outras religiões.

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Onde a desaprovação é maior?

Os mesmos cruzamentos mostram o movimento inverso da aprovação. A desaprovação é mais elevada entre os evangélicos do que entre os católicos e, regionalmente, aparece em patamar mais alto no Centro-Oeste do que no Nordeste.

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Os dados mostram que a avaliação do presidente varia de maneira expressiva conforme o segmento analisado. O levantamento, porém, registra apenas a distribuição das respostas entre esses grupos e não permite atribuir as diferenças a uma causa específica.

O que os números mostram na reta final?

No conjunto da amostra, aprovação e desaprovação estão próximas: 46,4% aprovam o trabalho de Lula e 48,2% desaprovam. Já na avaliação da administração, o grupo que considera o governo ruim ou péssimo, de 40,6%, é numericamente maior do que os 31,7% que o classificam como ótimo ou bom.

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Qual é a metodologia da pesquisa?

A pesquisa Meio/Ideia ouviu 1.500 eleitores com 16 anos ou mais por telefone entre 15 e 19 de outubro. A margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-08251/2026-BRASIL.

VEJA+IA: Este conteúdo de pesquisa foi produzido com auxílio de inteligência artificial e supervisão humana.

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Fonte: veja.abril.com.br

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