Pular para o conteúdo
No ar
Ao vivo agora 3CLIMAS CULTURA RÁDIO JORNAL TV
Tocando agora 3CLIMAS CULTURA ao vivo
Fale no WhatsApp

Cemitérios do Rio têm programação especial com missas e homenagens no Dia de Finados

A movimentação é grande no Dia de Finados nos cemitérios do Rio, nesta segunda-feira (2), com missas e homenagens as pessoas que já morreram. A data também é associada, na Umbanda, às celebrações dos Pretos-Velhos. Cemitério São João Batista, em Botafogo, na Zona Sul do Rio. Vídeo: Ana Paula Jaume/ CBN Luciano Leal esteve no cemitério São João Batista, em Botafogo, na Zona Sul do Rio, para prestar uma homenagem ao pai. Ele diz que é grato aí por tudo que ele ensinou para ele,


A movimentação é grande no Dia de Finados nos cemitérios do Rio, nesta segunda-feira (2), com missas e homenagens as pessoas que já morreram. A data também é associada, na Umbanda, às celebrações dos Pretos-Velhos. Cemitério São João Batista, em Botafogo, na Zona Sul do Rio. Vídeo: Ana Paula Jaume/ CBN Luciano Leal esteve no cemitério São João Batista, em Botafogo, na Zona Sul do Rio, para prestar uma homenagem ao pai. Ele diz que é grato aí por tudo que ele ensinou para ele, e conta que foi ao local matar a saudade no dia de hoje: "As condolências pro meu pai, que faleceu, vai fazer um ano agora, dia 25, saudade sempre vai ter, e vim prestar uma homenagem pro meu pai, que sempre foi um cara trabalhador e me ensinou a ser um cara digno, viver a vida na honestidade, eu homenagear, matar um pouco da saudade, que saudade é eterna, né, tristeza nunca vou sentir, mas saudade é eterna. Como hoje é Dia de fFnados, me fazer uma grande homenagem pro meu pai, rezar um Pai Nosso pra ele, que esteja no colo do nosso Senhor Jesus Cristo com a alma bem cuidada por nosso Deus". A aposentada Vera Abreu, que perdeu o marido, também foi ao cemitério prestar homenagens: "É a primeira vez que eu venho em finados no túmulo do meu marido, ele faleceu, foi, tem sete meses, vai fazer oito meses agora, e minha irmã, que vem também do meu cunhado, já vai fazer três anos. É a vida de todos nós, é o fim de todos nós". Cemitério do Caju, no Rio. Ana Paula Jaume/ CBN Mais cedo, a reportagem CBN esteve no Cemitério do Caju, na Zona Portuária, onde a programação religiosa começou cedo, às 8h, com uma missa celebrada pelo cardeal Orani João Tempesta, arcebispo do Rio, que explicou o significado da data. "É um dia de rezar pelos falecidos, estamos junto àqueles que vêm aos cemitérios para rezar pelos falecidos, pedindo a Deus que os console, que dê muita esperança e confiança, que nós sabemos que aqui estão os corpos dos irmãos e irmãs que partiram, mas as vidas estão em Deus, a vida continua na eternidade. É essa esperança que nos move, podemos rezar por eles e pedir ao Senhor que os acolha na eternidade. O dia de hoje nós pensamos também em trabalharmos fazendo o bem, passando pelo mundo fazendo o bem, enquanto deixamos uma boa herança da fraternidade e da paz". Depois, o arcebispo do Rio fez uma homenagem a padres que já morreram, com a entrega de flores na quadra do sepultamento deles.

Fonte: cbn.globo.com

Compartilhar