Primeira-dama publicou vídeo para dizer que Flávio Bolsonaro vai acabar com Farmácia Popular
Nesta quinta-feira, 8, o senador eleito por Santa Catarina Carlos Bolsonaro (PL) publicou em suas redes sociais um questionamento sobre a inclusão de Rosangela da Silva, a Janja, no Inquérito das Fake News, que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF). O motivo foi uma gravação em que a atual primeira-dama do Brasil diz que, se eleito presidente, Flávio Bolsonaro (PL) acabará com o programa Farmácia Popular.
“Alô, STF. Esta senhora, madrasta do Lulinha, em tese, envolvida até o pescoço com desvios bilionários no INSS, não será incluída no Inquérito das Fake News ou está de boa em nome da defesa da democracia? “, questionou Carlos Bolsonaro. Na gravação de Janja, há ainda citação de que “o crime organizado” vai dominar o país de uma vez, em caso de eleição do senador carioca para o maior posto da República. “Não podemos deixar brasileiros e brasileiras perderem seus direitos básicos”, diz a primeira-dama em trecho do vídeo.
Alô @STF_oficial . Está senhora, madrasta do lulinha, em tese, envolvido até o pescoço com desvios bilionários no INSS não será incluída no inquérito das fakenews ou tá de boa em nome da defesa da democracia?
Carlos Bolsonaro (@CarlosBolsonaro) October 8, 2026
Depois da divulgação do vídeo de Janja, que continua no perfil oficial da primeira-dama no Instagram, o PL se manifestou para rebater a publicação. “Com Flávio Bolsonaro os remédios gratuitos vão continuar sendo distribuídos pelo programa Farmácia Popular. A esquerda mente e manipula! Não caia em Fake News”, disse em trecho da publicação.
Pouco antes do primeiro turno, uma fake news foi disseminada nas redes sociais para acusar Flávio Bolsonaro, que é evangélico, de querer retirar Nossa Senhora do posto de padroeira do Brasil. A informação fez com que diversos políticos publicassem fotos e vídeos com a imagem da santa em um apelo para atrair o voto católico.
Fonte: veja.abril.com.br