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À véspera das midterms, aprovação do governo Trump atinge os piores números da história

Uma nova pesquisa divulgada pelo pool Washington Post-ABC News-Ipsos mostrou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, renovou o recorde de pior aprovação da história de um presidente durante exercício do cargo. Ele agora possui 33%, enquanto tinha 37% no último levantamento, feito em julho. A reprovação passou de 61% para 66% nesta pesquisa. Desse total, 52% disseram que o desaprovam fortemente. Esse índice de aprovação é oito pontos menor do que nesta mesma época do ano pa


Uma nova pesquisa divulgada pelo pool Washington Post-ABC News-Ipsos mostrou que o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, renovou o recorde de pior aprovação da história de um presidente durante exercício do cargo. Ele agora possui 33%, enquanto tinha 37% no último levantamento, feito em julho. A reprovação passou de 61% para 66% nesta pesquisa. Desse total, 52% disseram que o desaprovam fortemente. Esse índice de aprovação é oito pontos menor do que nesta mesma época do ano passado. É o menor índice registrado durante todo o seu primeiro mandato. Entre os eleitores prováveis, a aprovação de Trump é de 38%, com 62% de desaprovação. A pesquisa também revela que, pela primeira vez em mais de uma década, os democratas são vistos como mais confiáveis para lidar com a economia. A situação ocorre às vésperas da disputa eleitoral das midterms, que definirá a nova configuração do Congresso americano e ocorre no próximo dia 6 de novembro. Na disputa pelo controle da Câmara dos Representantes, os democratas têm uma vantagem de oito pontos entre os eleitores registrados e prováveis, uma melhora para o partido desde última pesquisa revelada em julho, quando a vantagem democrata aparecia em três pontos. Em outra pergunta, a pesquisa questionou os eleitores se prefeririam um Congresso liderado pelos democratas, atuando como um freio a Trump, ou um Congresso liderado pelos republicanos, apoiando sua agenda. Por 58% a 39%, os eleitores registrados disseram preferir os democratas. Essa margem é aproximadamente o dobro da registrada há um ano. Casa Branca em Washington, no Distrito de Columbia. Reprodução Os resultados da nova pesquisa revelam um eleitorado que perdeu a fé no presidente, está profundamente preocupado com sua decisão de entrar em guerra com o Irã, sente os efeitos dessa guerra na economia e agora tem mais confiança nos democratas do que nos republicanos para lidar com os principais problemas. Hoje, 72% dizem que o país está indo na direção errada, um aumento de cinco pontos percentuais desde abril. Eleitores registrados como democratas são mais propensos do que os republicanos a dizer que certamente votarão ou já votaram, 75% contra 67%. Enquanto 75% dos republicanos que apoiam o movimento liderado por Trump, o MAGA, dizem que certamente votarão, esse número cai para 57% entre os republicanos que não apoiam o MAGA (embora mais de um quarto desses republicanos que não apoiam o MAGA digam preferir que os democratas controlem o próximo Congresso). Do outro lado, 79% dos democratas que apoiam os Socialistas Democráticos da América dizem que certamente votarão, assim como 73% dos democratas que não apoiam o movimento. A pesquisa foi realizada online entre 9 e 13 de outubro com 2.545 adultos nos EUA, contatados pelo Ipsos KnowledgePanel, um painel contínuo de domicílios americanos recrutados por correspondência usando métodos de amostragem aleatória. Os resultados gerais têm uma margem de erro de mais ou menos dois pontos percentuais. A margem de erro é de mais ou menos 2,2 pontos percentuais. Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, durante comício no Texas. MANDEL NGAN/AFP

Fonte: cbn.globo.com

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