Pular para o conteúdo
No ar
Ao vivo agora 3CLIMAS CULTURA RÁDIO JORNAL TV
Tocando agora 3CLIMAS CULTURA ao vivo
Fale no WhatsApp

As expectativas da Vivo para preparar suas redes para chegada do 6G

Operadora afirma que infraestrutura desenvolvida para 5G deverá servir de base para próxima geração de internet móvel

A chegada do 6G ao Brasil ainda depende de definições técnicas e regulatórias, enquanto o país continua expandindo a cobertura do 5G. A nova geração de internet móvel está em fase de pesquisa e desenvolvimento, e sua implantação exigirá avanços na infraestrutura de telecomunicações. Para a operadora Vivo, a preparação passa pelo acompanhamento das discussões internacionais e pela evolução gradual das redes existentes.

A disponibilidade de frequências está entre os pontos em discussão no país. Em setembro de 2026, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou a realização de consulta pública sobre a proposta de licitação da faixa superior de 6 GHz, considerada relevante para a evolução das redes móveis. A previsão é que o leilão ocorra até 2028. A definição do espectro disponível será um dos fatores que influenciarão a implantação das futuras redes.

Em entrevista a Veja, a Vivo afirma que ainda é cedo para estabelecer um plano comercial específico para o 6G, uma vez que os padrões técnicos, as frequências e os modelos de implantação permanecem em definição. A empresa pretende avaliar as soluções conforme a maturidade tecnológica, a disponibilidade de equipamentos e as necessidades dos clientes e da sociedade.

Continua após a publicidade

A experiência com o 5G deve orientar parte dessa preparação. A implantação da tecnologia exigiu investimentos em infraestrutura, fibra óptica, modernização de antenas, núcleo de rede, virtualização e capacidade de processamento. A Vivo diz que já disponibiliza o 5G em todas as capitais brasileiras e continua ampliando a cobertura. A infraestrutura construída poderá facilitar a incorporação gradual de novas tecnologias, sem exigir a substituição imediata de toda a rede. Grande parte dessa evolução também servirá de base para o futuro 6G, diz Atila Branco, diretor de estratégia e evolução de redes da operadora.

A evolução também dependerá da conclusão dos padrões técnicos internacionais, da disponibilidade de dispositivos compatíveis e das decisões regulatórias de cada país. A União Internacional de Telecomunicações estabeleceu o IMT-2030 como referência global para o desenvolvimento da sexta geração das comunicações móveis. No Brasil, a expectativa do setor é que as primeiras redes comerciais surjam por volta de 2030.

Publicidade

Fonte: veja.abril.com.br

Compartilhar