O Ministério do Trabalho vai criar uma força-tarefa para apurar denúncias de ameaças de demissão, perseguição e recusa de contratação por causa da posição política dos trabalhadores. O Ministério Público do Trabalho registrou mais de 3 mil denúncias de assédio eleitoral em 2026. Desse total, 1140 foram feitas entre domingo e esta quarta-feira. Segundo o ministro Luiz Marinho, empresas que comprovadamente praticarem assédio eleitoral poderão ser obrigadas a reintegrar funcionár

O Ministério do Trabalho vai criar uma força-tarefa para apurar denúncias de ameaças de demissão, perseguição e recusa de contratação por causa da posição política dos trabalhadores. O Ministério Público do Trabalho registrou mais de 3 mil denúncias de assédio eleitoral em 2026. Desse total, 1140 foram feitas entre domingo e esta quarta-feira. Segundo o ministro Luiz Marinho, empresas que comprovadamente praticarem assédio eleitoral poderão ser obrigadas a reintegrar funcionários demitidos ou pagar indenizações. O governo também estuda criar uma lista pública de empregadores responsabilizados e restringir o acesso dessas empresas a crédito público. A Advocacia-Geral da União ainda vai atuar para pedir a retirada de publicações que incentivem ameaças, demissões e boicotes por motivação política.
Fonte: cbn.globo.com